Mundo
Texto Miguel Marujo | Foto Lusa | 23/08/2012 | 08:28
A responsável humanitária das Nações Unidas apelou à comunidade internacional para aumentar o seu financiamento para poder ajudar 2,5 milhões de sírios que têm necessidades urgentes de serviços básicos
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Abrigos, alimentação, saúde, água, cuidados e saneamento – são estas algumas das necessidades mais prementes. “A situação humanitária piorou desde a minha visita em março”, sublinhou esta quarta-feira a subsecretária-geral para os Assuntos Humanitários e coordenadora da Ajuda de Emergência, Valerie Amos, perante os jornalistas na sede da ONU em Nova Iorque. A falta de acesso aos que necessitam dessa ajuda e o financiamento insuficiente são obstáculos no esforço das agências das Nações Unidas e dos seus parceiros para prestarem assistência, sublinhou a responsável.
“Enfrentamos problemas como o acesso a pessoas em necessidade, especialmente onde há combates intensos e permanentes, mas o financiamento também está a travar-nos”, afirmou Valerie Amos. “Se tivéssemos mais recursos, poderíamos chegar a mais pessoas, especialmente quando já estabelecemos parcerias sólidas com organizações não governamentais e com o Crescente Vermelho Árabe Sírio.”
A Síria tem sido abalada pela guerra civil, com uma estimativa de 17 mil mortos, a maioria civis, desde o levantamento contra o Presidente Bashar al-Assad, que se iniciou há 17 meses. No mês passado, houve relatos de uma escalada da violência em muitas cidades e vilas, bem como nas duas maiores cidades do país, a capital Damasco e Alepo.
“Enfrentamos problemas como o acesso a pessoas em necessidade, especialmente onde há combates intensos e permanentes, mas o financiamento também está a travar-nos”, afirmou Valerie Amos. “Se tivéssemos mais recursos, poderíamos chegar a mais pessoas, especialmente quando já estabelecemos parcerias sólidas com organizações não governamentais e com o Crescente Vermelho Árabe Sírio.”
A Síria tem sido abalada pela guerra civil, com uma estimativa de 17 mil mortos, a maioria civis, desde o levantamento contra o Presidente Bashar al-Assad, que se iniciou há 17 meses. No mês passado, houve relatos de uma escalada da violência em muitas cidades e vilas, bem como nas duas maiores cidades do país, a capital Damasco e Alepo.
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