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Saúde
Texto Juliana Batista | Foto Lusa | 26/05/2013 | 07:23
Para «diminuir a população de mosquitos transmissores» de doenças como a malária e o dengue, o governo de Luanda vai proceder à fumigação e pulverização de todos os municípios e distritos da capital angolana
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O governo provincial de Luanda vai reforçar o combate à malária e à dengue, através da fumigação e pulverização de todos os municípios e distritos da capital angolana, ao longo de três meses consecutivos. Através desta ação, que iniciou este fim de semana, o governo pretende, em parceria com a cooperação cubana, «diminuir a população de mosquitos transmissores» destas doenças, explicou Rosa Bessa, diretora provincial da Saúde de Luanda.
A pulverização irá acontecer em áreas com charcos de água, onde existe maior concentração de mosquitos, enquanto que a fumigação só será aplicada nas residências. Para que tal seja possível, «serão utilizadas viaturas e motorizadas com condutores equipados com pulverizadores portáteis, permitindo uma melhor penetração nos bairros», destacou a responsável.
Em declarações à agência Angola Press, Rosa Bessa disse é importante as famílias abram as portas e as janelas para beneficiarem da fumigação domiciliar, uma vez que o inseticida utilizado «não prejudica a saúde humana», e visa a «redução do impacto de químicos no ambiente». O combate aos mosquitos é uma das medidas preventivas «mais eficazes no combate às doenças transmitidas por eles», adiantou a diretora provincial da Saúde de Luanda.
A pulverização irá acontecer em áreas com charcos de água, onde existe maior concentração de mosquitos, enquanto que a fumigação só será aplicada nas residências. Para que tal seja possível, «serão utilizadas viaturas e motorizadas com condutores equipados com pulverizadores portáteis, permitindo uma melhor penetração nos bairros», destacou a responsável.
Em declarações à agência Angola Press, Rosa Bessa disse é importante as famílias abram as portas e as janelas para beneficiarem da fumigação domiciliar, uma vez que o inseticida utilizado «não prejudica a saúde humana», e visa a «redução do impacto de químicos no ambiente». O combate aos mosquitos é uma das medidas preventivas «mais eficazes no combate às doenças transmitidas por eles», adiantou a diretora provincial da Saúde de Luanda.
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