Páginas

05/12/2013

Justiça proíbe Tubby no Brasil

Mesmo proibido, aplicativo mantém contagem regressiva para lançamento Foto: Reprodução/Divulgação A 15ª Vara Criminal de Belo Horizonte proibiu, na tarde da última quarta-feira (4), o lançamento e o uso do aplicativo Tubby, em todo o País. A decisão é do juiz Rinaldo Kennedy Silva, titular da Vara Especializada de Crimes Contra a Mulher da capital mineira. A ordem prevê também pena diária de R$ 10 mil caso a decisão seja descumprida.
GooglePlay Store, a AppleStore, o Facebook e a equipe Tubby estão proibidos de disponibilizarem o aplicativo para o público. A decisão foi baseada na Lei Maria da Penha, visando a proteção dos direitos das mulheres e considerando que o uso do aplicativo pode submeter a mulher  a uma forma de violência psicológica.
A ação foi promovida por mulheres das Brigadas Populares de Minas Gerais, o Coletivo Margarida Alves, o Movimento Graal no Brasil, a Marcha Mundial de Mulheres, Movimento Mulheres em luta, Marcha das Vadias e o Coletivo Mineiro Popular Anarquista (Compa).
Aplicativo adia lançamento
O Tubby está sendo desenvolvido por três brasileiros como forma de represália ao aplicativo Lulu. A ideia é que os homens possam avaliar, através de hastags, o desempenho das mulheres na cama. Os criadores, entretanto, adiaram o lançamento e disponibilizaram no site oficial uma contagem regressiva. Atualmente, ninguém pode se cadastrar ou descadastrar do aplicativo.
Diário do Nordeste

Nenhum comentário:

Postar um comentário