Na sua última nota pastoral, António Vitalino, bispo de Beja, anuncia que este domingo, 23 de novembro, às 16h00, na Igreja dos Jerónimos (Lisboa), vai ser ordenado bispo João Marcos, que depois seguirá para a diocese alentejana como bispo coadjutor. A este propósito, António Vitalino explica aos fiéis, no mesmo documento, o que é um bispo e o que significa ser nomeado coadjutor.
«Os bispos são aqueles que representam e tornam Cristo visível e presente no meio do povo, procurando ser e agir como Jesus. Isto significa que devem viver para o povo e cuidar dele com o coração de Cristo. O modo como o fazem pode mudar de acordo com os tempos e as culturas, mas o modelo de referência é sempre Cristo e os apóstolos», explica.
O prelado ainda acrescenta: «os bispos são nomeados pelo Papa (…) e ordenados por três bispos, para manifestar a colegialidade e comunhão do ministério na vida e missão da Igreja. No caso de João Marcos serão Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, como ordenante principal, José Alves, arcebispo de Évora e por mim, António Vitalino».
Na sua nota pastoral, o prelado explica aos diocesanos que os bispos coadjutores «têm direito de sucessão ao bispo diocesano», como é o caso de João Marcos. «Quando a diocese ficar vacante, será ele que assumirá a missão do bispo diocesano», afirma, adiantando que quando este prelado assumir as novas funções «terá o conhecimento suficiente da diocese, para poder reanimar a sua vida cristã».
«A ordenação do bispo coadjutor, João Marcos, enche-nos de alegria, pois é um acontecimento que renova a nossa esperança», sublinha António Vitalino. João Marcos irá residir para a casa episcopal de Beja a 26 de novembro. No dia 30 será apresentado à diocese, na Igreja de Santa Maria, às 16h00.
Nessa celebração também será dado início ao Ano da Vida Consagrada. «Na Europa os consagrados, aqueles e aquelas a quem chamamos frades e freiras, ou missionários e irmãs, estão envelhecidos. Sem pessoas que dedicam toda a sua vida ao serviço da Igreja e por isso renunciam à constituição de família de sangue ou biológica, a Igreja perde vigor. Por isso queremos agradecer a Deus este dom na vida da Igreja, para o continuarmos a merecer», justifica António Vitalino.
Fátima Missionária
http://goo.gl/LrEjyN
Nenhum comentário:
Postar um comentário