A Calourada pela Paz, que chega à terceira edição, é promovida por estudantes da UFC, da Uece e da Unifor integrantes do Movimento Estudantil Alfa e Ômega, iniciativa de jovens cristãos presente em mais de 190 países. A programação envolve teatro, dança, shows, oficinas, palestras, jogos interativos, campanha de doação de sangue e de alimentos, dentre outras atividades.
Na UFC, a programação se desenvolve nos campi do Pici, Benfica e Porangabuçu, na Uece os encontros são no Campus do Itaperi e na Unifor no campus do bairro Edson Queiroz. Nesta quarta-feira (11), um destaque é a palestra “Falando em paz em tempos de Guerra”, a ser proferida pela escritora e historiadora Gabriele Greggersen, doutora em História e Filosofia da Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Será no Auditório da Reitoria da UFC, às 18h.
Na UFC, a programação se desenvolve nos campi do Pici, Benfica e Porangabuçu, na Uece os encontros são no Campus do Itaperi e na Unifor no campus do bairro Edson Queiroz. Nesta quarta-feira (11), um destaque é a palestra “Falando em paz em tempos de Guerra”, a ser proferida pela escritora e historiadora Gabriele Greggersen, doutora em História e Filosofia da Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Será no Auditório da Reitoria da UFC, às 18h.
Reginaldo Correa, da Comissão Organizadora da Calourada pela Paz, diz que embora cada universidade tenha sua programação específica, na quinta-feira (12) os estudantes das três instituições são convidados a participar da confraternização geral marcada para o Bosque da Letras, no Centro de Humanidades 1 da UFC, no Campus do Benfica a partir das 16h30min. Na sexta-feira (13), todos também são convidados para a Manifestação pela Paz a ser realizada a partir das 17h, no cruzamento das Avenidas 13 de Maio e da Universidade, também no Benfica.
Futuras lideranças
Reginaldo Correa considera que “toda e qualquer pessoa deve defender a dignidade humana, garantindo tanto o direito de cada um pensar e de dar sua opinião como o de integridade física”. Por isso, ele – como os demais promotores da Calourada pela Paz - discorda dos modelos de calourada em que novatos são constrangidos por veteranos, gerando, muitas vezes, situações de violência psicológica e física.
“Os futuros líderes da sociedade estão hoje nas universidades hoje. Se alguns promovem calouradas com exageros e que denigrem o ser humano do que serão capazes no futuro?”, questiona. Reginaldo entende que reconceituar a calourada no ambiente das universidades contribui para transformar a sociedade para melhor. “A calourada pode ser um momento culturalmente relevante e de promoção da cultura de paz nas universidades”, diz ele.
“Os futuros líderes da sociedade estão hoje nas universidades hoje. Se alguns promovem calouradas com exageros e que denigrem o ser humano do que serão capazes no futuro?”, questiona. Reginaldo entende que reconceituar a calourada no ambiente das universidades contribui para transformar a sociedade para melhor. “A calourada pode ser um momento culturalmente relevante e de promoção da cultura de paz nas universidades”, diz ele.
Para saber detalhes da programação nos três campi é só acessar o blog da Calourada pela Paz: www.calouradapelapaz.blogspot.com.br
Mais informações: Integrantes da Comissão Organizadora da III Calourada pela Paz – Reginaldo Correa - (fone: ), Rayane Laurentino-(fone: ), Carolina Marques-(fone:), Naira Neves-(fone: )
Fonte: Agência da Boa Notícia - (fone: )
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