«É preciso fazer mais para reduzir as injustiças, especialmente no que se refere à gestão dos recursos naturais», afirmou Kaberuka, realçando que desde 2000, as desigualdades na distribuição dos ganhos cresceram 1,5 por cento ao ano. Isto quando se prevê um crescimento de 5,8 por cento da economia da África subsaariana, em 2013.
«Às vezes parece que as elites e a indústria extrativa vivem graças uma à outra. Caso contrário, como é possível explicar o facto de mais de metade da população viver na miséria, num país que produz dois milhões de crude por dia?», interroga o presidente do BAD.
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