Adital
O porta voz do Copinh disse esta quarta-feira (3), o projeto pretende mobilizar as empresas ao Prefeito Municipal de Intibucá para que faça trabalho de manipulação como o tem tentando nas ocasiones anteriores. Segundo acrescentou mesmo a possibilidade da presença da polícia, as comunidades têm dado 72 horas para que o projeto hidroelétrico saia de seus territórios.
"Apesar de ter realizado reuniões abertas, Assembleias Indígenas, manifestações públicas na cidade da Esperanza e Tegucigalpa, denúncias na Promotoria de Etnias, denúncias a SERNA e inspeções ambientais junto com a mesma, assim como denúncias ao Congresso Nacional por outorgar estas concessões, não se tem respeitado nossa decisão que é o rechaço total e reiterado a este projeto que privatiza o sagrado Rio Gualcarque, o território e energia, que significa também danos ambientais, deslocamento da população, danos ao patrimônio cultural e econômico, militarização da área e ameaças contra vários membros das comunidades e do Copinh como já o têm feito os empresários e seus guardas de segurança”, informou.
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