O evento reunirá integrantes de pastorais sociais, comunidades eclesiais de bases e de outros organismos da Igreja Católica, além de representantes de outras igrejas, movimentos sociais e pessoas que, mesmo não fazendo parte diretamente de movimentos organizados, unem-se a esses na defesa da vida e do bem comum.
A manifestação que acontece anualmente desde 1995 no Brasil, em 7 de setembro, Dia da Pátria, tem três sentidos, como detalha o material de divulgação: “denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social; tornar público o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; e propor alternativas ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos e cidadãs.”
Este ano, especificamente, o tema do Grito será “Juventude que ousa lutar constrói o projeto popular”, slogan remete ao tema geral da Campanha da Fraternidade 2013, intitulado “Fraternidade e Juventude”. Ao mesmo tempo que coloca o jovem como protagonista no contexto das recentes mobilizações de rua no Brasil, o Grito servirá para chamar a atenção de todos em relação a “uma sociedade que extermina seus jovens, através das drogas, da violência, da insegurança”.
Além disso, p Grito está em sintonia com a 5ª Semana Social Brasileira (SSB), ação da Igreja Católica que, durante 2011 e 2013, realiza momentos de reflexão e análise da conjuntura. Nesse sentido, a manifestação ser um espaço de denúncia dos altos gastos com as obras da Copa das Confederações, ocorrida este ano, e a Copa do Mundo de 2014.
Histórico
O Grito dos Excluídos surgiu da Pastoral Social da Igreja Católica e passou a ter como parceiros as demais igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristã, movimentos sociais, entidades e organizações. A Arquidiocese de Fortaleza está envolvida na realização do evento por meio de suas pastorais, movimentos, comunidades e pessoas de boa vontade.
Contatos: Comissão Articuladora do Grito dos Excluídos em Fortaleza: Padre Lino Allegri - (fones 85 3270 1486 / 8891 2315; Fernanda Gonçalves - (fone: 85 8872 6947); Raimundo Paiva - (fone: 85 8649 3212); Ivoneide Góis - (fone: 85 8742 7605; Igor Moreira - (fone: 85 8569 5663; Luciana Costa – (fone: 85 8704 7470); Conceição Almeida - (fone: 85 8610 7378); Francisco Vladimir - (fone: 85 9969 7804); e Maria de Fátima - (fone: 85 8847 2164)
Com informações da Pastoral de Comunicação da Arquidiocese de Fortaleza
Boa Notícia
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