04/09/2014

Cursos de formação a fim de parar o êxodo dos filipinos

Por causa do desemprego galopante, mais de 13 milhões de filipinos vivem no estrangeiro e mandam para o seu país uma parte do seu salário. Para estimular os familiares destas pessoas a tornarem-se independentes, a Comissão Episcopal Filipina para a Pastoral dos Migrantes projetou uma série de iniciativas com o intuito de melhorar as suas capacidades produtivas. O curso inicia-se em Mindanao e Luzon.


Esta iniciativa foi anunciada pelo presidente da comissão, o bispo de Balanga, Ruperto Santos, em entrevista concedida à Rádio Veritas, e tem como objetivo «melhorar as capacidades destas pessoas, libertando-as da dependência das remessas provenientes do estrangeiro».


O bispo afirma que a comissão está em contacto com as autoridades governativas que se encarregarão da formação técnica e com outras organizações que fornecerão os materiais necessários para levar a cabo esses cursos e indicarão quais as prioridades neste processo.


Para já, os cursos serão feitos nas zonas de Mindanao e Luzon, mas «a partir de novembro chegaremos às dioceses de Dipolog, Pagadian, Iligan e Ozamiz. A finalidade última e o nosso verdadeiro desejo é que quanto antes os filipinos não sejam obrigados a deixar os próprios familiares para encontrar 'pastagens mais verdejantes', para ganhar o seu salário», diz Ruperto Santos.

Fátima Missionária

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