Separatistas islâmicos chechenos colocaram explosivos no prédio da escola e mantiveram 1200 reféns, entre crianças e adultos, sob a mira de armas por três dias. Em 3 de setembro, no terceiro dia da crise, as forças de segurança russas entraram na escola e atacaram os sequestradores, que detonaram explosivos e atiraram nos reféns. O resultado foi a morte de 334 civis, sendo 186 deles crianças e centenas de feridos.
Padre Paolo De Carli, então prior do Convento carmelita de Lastre, na cidade italiana de Trento, hospedou durante meses um grupo de 63 cidadãos de Beslan. Por isso, Francisco lhe confiou a carta, que agora o sacerdote carmelita – hoje diretor do colégio “Madonna della Neve” de Adro – levará nos próximos dias em sua visita à pequena cidade russa para recordar as vítimas do massacre.
No Vaticano, o Papa João Paulo II condenou o ataque como uma "vil e impiedosa agressão contra crianças e famílias indefesas".
(CM)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/09/01/papa_francisco_recorda_o_d%C3%A9cimo_anivers%C3%A1rio_do_massacre_de_beslan/bra-822699
do site da Rádio Vaticano
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