MUNDO
Nacionalização
Texto Francisco Pedro | Foto Lusa | 12/07/2012 | 11:00
Após vários dias de tensões e violência, o presidente Evo Morales decidiu revogar a concessão de uma mina a uma empresa canadiana. A exploração passa a ser feita pelas comunidades indígenas
IMAGEM
As divisões em torno da exploração de uma mina na região de Mallku Khota, a 340 quilómetros da capital da Bolívia, levaram o presidente, Evo Morales, a decretar a nacionalização dos jazigos, que passam a ser explorados pelas comunidades indígenas locais. A concessão estava atribuída a uma empresa do Canadá, mas a presença dos trabalhadores em território Quechua causou divisões na população e originou diversas manifestações violentas.
«Decidiu-se formar uma comissão técnica para elaborar um decreto de revisão de todas as concessões da região», anunciou o ministro David Santalha, na cerimónia em que foi celebrado o acordo entre o governo e os representantes indígenas. Os problemas entre os Quechua e Morales, porém, não ficam totalmente sanados. A população continua a opor-se à construção de uma estrada que irá dividir a área indígena do Parque Nacional Isidor Sécure.
«Decidiu-se formar uma comissão técnica para elaborar um decreto de revisão de todas as concessões da região», anunciou o ministro David Santalha, na cerimónia em que foi celebrado o acordo entre o governo e os representantes indígenas. Os problemas entre os Quechua e Morales, porém, não ficam totalmente sanados. A população continua a opor-se à construção de uma estrada que irá dividir a área indígena do Parque Nacional Isidor Sécure.
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