Carta Capital (Online) - Humor sem fimApós 112 dias internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, o humorista Chico Anysio morreu às 14h52 desta sexta-feira 23. Ele tinha 80 anos e deixa oito filhos de outros casamentos e a atual esposa Malga di Paula.
Quem procura por Chico Anysio imagina conhecê-lo, mas o humorista não necessariamente divide com o jornalista uma saca de sal. Sua fama de mau, ou será de crítico (e, no Brasil, as características erroneamente se misturam), é um entrave. Neste caso, contudo, o entrevistador tem um trunfo. Encontrará o humorista naquele Rio de Janeiro ainda feliz, no qual as cariocas caminham em idade vestidas de roupão cor-de-rosa, rumo à praia, quando não há sol. A aceitação está no ar.
Chico diz que ri para dentro. Em um prefácio raro, dos anos 70, para o livro Alegre História do Humor Brasileiro, de Jota Rui, ele ensinou: “O humor acusa, satiriza, descobre, desmoraliza, critica, eleva, deforma, informa, destrói, constrói, imortaliza, enterra, acaricia, açoita. E sendo ele o irmão mais próximo da poesia, faz com que os humoristas tenham o direito de uma carteira de poeta e dá aos poetas um diploma de humorista. Sendo assim, ele tem a dimensão da poesia, embora não lhe seja dada importância idêntica.”
O humorista ouve, surpreso, as palavras que um dia escreveu. “Eu quero esse texto, você dá para mim?” E diz gostar de duas definições para o humor. A primeira é de Leon Eliachar: “Humor é aquilo que faz cócegas no cérebro”. E outra, aparentemente dele próprio: “O engraçado de hoje é o que ontem foi triste”. Em acréscimo, diz que o humor faz tudo isso que ele menciona no prefácio, e que às vezes pode até ser engraçado. “Não se pode trabalhar a frase ou a cena visando à graça. Tem de visar à crítica, à sátira. O humor vai ser engraçado onde puder.”
Isto É (Online) - Viva ElisShow de Maria Rita, interpretando pela primeira vez o repertório de Elis Regina, é o ponto alto de uma homenagem histórica à maior cantora do Brasil.
Quando Maria Rita canta os versos da canção “Saudosa Maloca”, de Adoniran Barbosa, cuja gravação ficou consagrada na voz de sua mãe, Elis Regina (1945-1982), a plateia se emociona. A voz afinada da filha se põe a serviço do sofrimento relatado na música, tal e qual a mãe fazia, em especial no refrão “Saudosa maloca, maloca querida, dim dim donde nóis passemo os dias feliz de nossas vida”.
Esse é apenas um dos momentos emocionantes do show “Nivea Viva Elis”, parte de um projeto patrocinado pela famosa marca de cosméticos, que inclui documentário, livro e exposição, e marca os 30 anos da morte da cantora, completados em 19 de janeiro.
O espetáculo – primeira vez em que Maria Rita interpreta (ou seria enfrenta?) o repertório da mãe – teve pré-estreia na semana passada, no Rio de Janeiro, e fará turnê gratuita em cinco capitais brasileiras, começando no sábado 24 por Porto Alegre, onde Elis nasceu. Já no início, a filha avisa: “Isso aqui é única e exclusivamente uma homenagem a essa que é, para mim, a maior cantora que o Brasil teve e jamais terá.”
Nos clássicos “Fascinação”, “Como Nossos Pais” (no qual Maria Rita não conteve as lágrimas) ou “Alô, Alô, Marciano”, a identificação é tão intensa que, novamente, o público não consegue esconder a emoção.
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Veja (Online) - "É possível acreditar em Deus usando a razão", afirma William Lane CraigO filósofo e teólogo defende o cristianismo, a ressurreição de Jesus e a veracidade da Bíblia a partir de construção lógica e racional, e se destaca em debates com pensadores ateus.
Quando o escritor britânico Christopher Hitchens, um dos maiores defensores do ateísmo, travou um longo debate nos Estados Unidos, em abril de 2009, com o filósofo e teólogo William Lane Craig sobre a existência de Deus, seus colegas ateus ficaram tensos. Momentos antes de subir ao palco, Hitchens — que morreu em dezembro de 2011, aos 62 anos — falou a jornalistas sobre a expectativa de enfrentar Craig.
"Posso dizer que meus colegas ateus o levam bem a sério", disse. "Ele é considerado um adversário muito duro, rigoroso, culto e formidável", continuou. "Normalmente as pessoas não me dizem 'boa sorte' ou 'não nos decepcione' antes de um debate — mas hoje, é o tipo de coisa que estão me dizendo". Difícil saber se houve um vencedor do debate. O certo é que Craig se destaca pela elegância com que apresenta seus argumentos, mesmo quando submetido ao fogo cerrado.
O teólogo evangélico é considerado um dos maiores defensores da doutrina cristã na atualidade. Craig, que vive em Atlanta (EUA) com a esposa, sustenta que a existência de Deus e a ressurreição de Jesus, por exemplo, não são apenas questões de fé, mas passíveis de prova lógica e racional. Em seu currículo de debates estão o famoso químico e autor britânico Peter Atkins e o neurocientista americano Sam Harris (veja lista com vídeos legendados de Craig). Basta uma rápida procura no Youtube para encontrar uma vastidão de debates travados entre Craig e diversos estudiosos. Richard Dawkins, um dos maiores críticos do teísmo, ainda se recusa a discutir com Craig sobre a existência de Deus.
Isto É (Online) – Estresse infantilAgenda cheia, reprovação dos pais, conflitos na escola. Pesquisas na área de neurociência e comportamento mostram como a exposição a fatores estressantes compromete o desenvolvimento das crianças e o que fazer para evitar danos futuros.
Natação, inglês, equitação, tênis, futebol. É cada vez mais comum encontrar crianças que mal saíram da pré-escola e já cumprem agendas de “miniexecutivo”, com compromissos que se estendem ao longo do dia. A intenção dos pais ao submeter os filhos a essas rotinas é torná-los adultos superpreparados para o competitivo mundo moderno. O preço que se paga por tanto esforço, porém, pode ser alto. Ainda pequenas, essas crianças passam a apresentar um problema de gente grande, o estresse. “É uma troca que não vale a pena”, afirma o psicoterapeuta João Figueiró, um dos fundadores do Instituto Zero a Seis, instituição especializada na atenção à primeira infância. “Frequentemente essa rotina impõe à criança um sentimento de incompetência, pois lhe são atribuídas tarefas para as quais ela não está neurologicamente capacitada.”
Como uma bomba-relógio prestes a explodir, o estresse infantil tem ganhado status de problema de saúde pública. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Academia Americana de Pediatria publicou, em dezembro, novas diretrizes para ajudar os médicos a identificar e tratar esse mal. O risco dessa exposição, alertam os cientistas, são danos que vão bem além da infância, como a propensão a doenças coronarianas, diabetes, uso de drogas e depressão.
Dos poucos estudos brasileiros sobre estresse infantil, se destaca um levantamento realizado pela pesquisadora Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR). A pesquisa, feita com 220 crianças entre 7 e 12 anos nas cidades de Porto Alegre e São Paulo, revelou que oito a cada dez casos em que os pais buscam ajuda profissional para seus filhos por causa de alterações de comportamento têm sua origem no estresse. “O estresse é uma reação natural do nosso corpo, o problema é esse estímulo atingir níveis muitos altos ou se prolongar por longos períodos”, diz Ana Maria.
Revista Fazer o Bem (Online) – Casa do Menino JesusPassar por um câncer não é fácil para ninguém. Imagina para uma criança. Deve ser muito difícil entender porque que, ao invés de brincar com os amiguinhos, ela precisa tomar medicamentos que a deixam se sentindo completamente debilitada. Portanto, para uma criança com câncer, o tratamento medicamentoso deve estar sempre aliado ao carinho e ao apoio psicológico.
E é esse trabalho que a Casa do Menino Jesus realiza de forma admirável aqui em Fortaleza (CE), em Gama (DF) e em Belém (PA). A todas as crianças e adolescentes apoiados pela Casa, juntamente com seus acompanhantes, é ofertada hospedagem, alimentação, higiene, vestuário, medicamentos, condução aos hospitais especializados e outros serviços. E tudo isso só é possível por causa das doações que a instituição recebe de pessoas de corações generosos e solidários.
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