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28/11/2013
19/08/2013
Celeiro de autores
Terra natal de escritores como José de Alencar, o Estado tem outros destaques na literatura

Diário do Nordeste

O Ceará foi um celeiro de escritores em várias épocas. Ainda no século XIX, José de Alencar despontou como um dos mais importantes nomes do Romantismo brasileiro. Em "Iracema", mostrou para o Brasil algumas das metáforas da formação do nosso povo, através do romance entre a índia e o branco português. Já no século seguinte, Rachel de Queiroz, com apenas 20 anos, lançou "O Quinze", na década de 30, mostrando as agruras da seca. Também foi a primeira mulher a integrar a Academia Brasileira de Letras. Além destes, também se destacaram, em um passado mais recente, os autores Moreira Campos, Milton Dias, Caio Cid, João Clímaco Bezerra, Mozart Soriano Aderaldo e muitos outros.
Segundo Sânzio de Azevedo, membro da Academia Cearense de Letras, o Estado produziu nomes importantes em várias escolas literárias. "Eu sempre destacaria Juvenal Galeno e Joaquim de Sousa no Romantismo; Rodolfo Teófilo e Adolfo Caminha no realismo-naturalismo; Lívio Barreto no Simbolismo; Antônio Sales, Cruz Filho e Júlio Maciel no Parnasianismo (Otacílio de Azevedo, meu pai também, mas sou suspeito para citá-lo); Jáder de Carvalho e Filgueiras Lima no Modernismo e José Albano hors-concours. Não vou além do primeiro Modernismo", explica Sânzio.
Outra curiosidade é que a Academia Cearense de Letras foi criada três anos antes da Academia Brasileira de Letras. A nossa academia foi fundada em 15 de agosto de 1894 pelo anglo-cearense Barão de Studart e por Thomaz Pompeu de Souza Brasil. A inspiração foi a Academia de Ciências de Lisboa e surgiu no rastro da famosa Padaria Espiritual, de Fortaleza, que tinha como participantes Antônio Sales. Hoje, a instituição, presidida pelo bibliófilo José Augusto Bezerra, conta com 34 acadêmicos.
Recentemente, alguns cearenses também tem se sobressaído. Cláudia Carvalho, integrante da Rede de Escritoras Brasileiras, chegou a ter o seu "Mulher Brasileira Procura" na lista dos dez mais vendidos de uma livraria em Fortaleza.
No Brasil, um dos destaques cearenses é Lira Neto. Autor de seis biografias, teve a obra sobre a cantora Maysa adaptada para a televisão. A biografia de Getúlio Vargas, com dois tomos já lançados, também é sucesso de crítica e vendas.
Para Lira Neto, o mercado editorial cearense tem mudado nos últimos anos, mas ainda há muito o que conquistar. "O mercado cearense apresentou um desenvolvimento considerável. O surgimento de editoras locais é um nítido sinal disto. Entretanto, é preciso aproximar mais o autor cearense do público em potencial. Os próprios escritores podem começar fazendo a sua parte, ao deixar de pensar que isso se resume a convidar meia dúzia de amigos para um coquetel de lançamento em um clube da cidade, mas trabalhar com afinco para construir uma obra que tenha relevância", diz.
Na opinião do escritor, a forma de ver o mundo é mais importante do que o local em que se vive. "Infelizmente, um autor situado no eixo Rio-São Paulo terá mais visibilidade do que o que decide permanecer em seu lugar de origem. Esta realidade tende a ser amenizada com as facilidades tecnológicas. Mas o mais importante é manter uma interlocução permanente com o mundo. Se não, um autor continuará na periferia do mercado editorial, mesmo morando em São Paulo ou Nova York", diz.
Diário do Nordeste
08/06/2013
O caminho espiritual de Dom Helder Câmara
Este livro quer aprofundar o legado de Dom Helder Camara, tendo como objetivo central analisar seu caminho espiritual. Para tanto, além de descrever sua cronologia espiritual, salienta alguns de seus aspectos mais relevantes. A obra procede de duas maneiras: 1) analisa como Helder aplicou sua força místico-espiritual no concreto da vida (capítulos I a V); 2) averigua como ele cultivou essa força (capítulos VI a IX). Para o autor, estudar a trajetória deste notável bispo brasileiro é um privilégio, pois "por sua vida, por sua atuação de pastor, por seu testemunho", Dom Helder é "um autêntico doutor da fé, um genuíno intérprete da verdade evangélica, ante quem os catedráticos de teologia se levantam de suas cátedras e se inclinam".A originalidade desta obra está em apresentar o caminho espiritual de Dom Helder. Não se trata, apenas, de descrever características de sua espiritualidade a partir de um momento fixo de sua vida, mas de caminhar com ele, percebendo quais foram as constantes, as novidades, as mudanças e os progressos (ou as conversões, as humilhações, os novos acentos) no seu modo de viver sob a orientação do Espírito Santo. Por isso, o livro dá grande importância aos próprios textos e relatos do Arcebispo.
Ao caminhar com Dom Helder, percebe-se, numa perspectiva diferente e mais profunda, como ele viveu unido "à Vida divina da Santíssima Trindade" e, em "união com Cristo", no decorrer do processo histórico-espiritual, que envolveu sua vida e ministério.
A análise leva à conclusão de que Dom Helder foi um modelo de pessoa que se doou na caridade, por amor a Cristo e a sua Igreja. Seu profundo relacionamento pessoal com Cristo era expresso no calor de seu amor, na bondade de seu coração, na verdade de suas palavras, no alento dado à esperança, na beleza de sua prece.
Para efetivar esta pesquisa de Teologia Espiritual sobre Dom Helder Camara o autor colocou em diálogo quatro exigências importantes: a experiência, a hermenêutica, a sistemática e a mistagogia.
CatolicaNet
08/05/2013
Celebrando o Ano da Fé
Esta obra tem a finalidade de tornar conhecidas algumas Audiências e Discursos proferidos pelo Papa Bento XVI sobre o Ano da Fé e, ao mesmo tempo, testemunhar a todos a alegria de crer que existe um Deus que nos criou e que nos ama, a ponto de enviar seu Filho Único a este mundo para nos salvar. Bento XVI, ao expor sua catequese sobre a Fé, aborda diversos temas, tais como: A lógica de Deus que nem sempre é igual à nossa; a fé cristã não limita, mas humaniza a vida; nossa fé é verdadeiramente pessoal somente se for também comunitária; o desejo do ser humano por Deus e os caminhos para chegar ao conhecimento de Deus; o que significa crer hoje, e por fim, Jesus Cristo mediador e plenitude de toda a Revelação. O livro traz ainda indicações de como celebrar o Ano da Fé, os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II e os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica. No final de cada capítulo, encontram-se perguntas e respostas que ajudam a assimilar melhor o conteúdo denso das palavras de Bento XVI. Este subsídio será de grande auxílio nos cursos sobre a Fé, nas pastorais, na catequese, ou ainda para o estudo individual daqueles que desejam conhecer e aprofundar melhor a sua fé.Páginas: 144
Edição: 1
Idioma: PORTUGUES
CatolicaNet
04/05/2013
José Telles: leitura da prosa e da poesia cearense
Uma leitura, de base impressionista, de livros em prosa ou em verso da moderna literatura cearense
Ao palmilhar, em A Palavra Descalça, livros em prosa ou em verso, de autores os mais diversos, cujos nomes encontram-se já inscritos na História da Literatura Cearense Contemporânea, José Telles, longe das principais correntes que orientam a crítica literária universitária, dá voz à emoção, ao pleno prazer da leitura, desembocando no relativismo de que são impregnados os julgamentos subjetivos. Com uma linguagem menos técnica, atinge um público maior, dando ênfase à representação do mundo pessoal e à arte de fruir as obras de arte literária; desse modo, através destas obras de arte, enriquece as impressões que delas se evolam, refinando-as. Filia-se, portanto, a um ponto de vista, cujo fulcro reside na negação de regras, de modelos, de conceitos por que possa orientar-se a investigação da leitura, apegando-se tão somente às associações que cada texto lhe oferece.

José Telles pertence à Academia Cearense de Letras e à Academia de Letras e Artes do Nordeste. É autor de obras como "Sermões de pradaria"; "O lacre do silêncio"; e "O solo das chuvas". Nasceu em Bitupitá - uma vila de pescadores
A montagem
O poeta e ensaísta Linhares Filho, partindo do título do livro, "A Palavra descalça", percebe, no prefácio, nitidamente, a orientação da leitura do Autor, ressaltando que, "Lendo-se as presentes páginas, verifica-se justamente que um sopro vivificador da poesia perpassa por elas, enriquecendo-as, e detecta-se que um poeta as escreveu".
O professor e artista plástico Geraldo Jesuíno, na orelha do livro, vai ao encontro do prefaciador, entendendo que "A Palavra Descalça é uma coletânea de pequenos mimos, declaração de amor a pessoas, livros e palavras, além de galeria para algumas abnegadas e queridas personagens que mereceram ser apresentadas por um poeta". Em síntese, emoção é o elemento-chave das leituras realizadas por José Telles: "Escuto o som que vem de longe, uma rosa medra (nos rochedos), leio Caetano outra vez. Canto pela Paz se estende até os céus, o poeta se ergue em gesto e voz. Assim, Beijo Caetano Ximenes Aragão: um canto póstumo, que alivia dores e afaga saudades". (p.19) Põe, assim, em relevo, o poder da literatura em vencer a morte.
O discurso
Em todos os textos, de "A Palavra Descalça", predomina o tom eloquente do discurso, a voz inflamada pela admiração: "Bem-aventurados os que conhecem profundamente a obra de José Alcides Pinto" (p.23). Mais adiante, nesse mesmo texto, deixa claramente exposta a natureza de sua leitura: "Impressionou-me neste Alcides sua força criadora, mediante um engenhoso projeto matemático para enganar a morte".
Nesse sentido, muitas vezes, as volições do leitor se entrelaçam às vozes dos textos: "Estamos maravilhados com estes ´Guardanapos´ de Jorge Tufic". (p.27). Sobre José Alcides Pinto, escreve que ele "era um homem pobre, mas cheio de vergonha na cara. [...] Sua pobreza não tingia seu humor, nem nunca manchou sua honra" (p.119)
Considerações finais
Merece, também, destaque, enquanto recursos expressivos da construção textual, o emprego da metalinguagem, isto é, da linguagem que se volta para o próprio código, uma vez que, em muitos momentos, em sua leitura, José Telles tanto discorre acerca dos mistérios da palavra quanto reflete sobre a função da literatura ou do ato de escrever. Para ele, o autor e o texto estabelecem entre si elos de uma cadeia que não se dissolve; sendo assim, podem - e devem - ser filtrados pela emoção, vista esta como um caminho para descobertas.
LIVRO
A Palavra Descalça
José Telles
TIPROGRESSO
2013, 160 Páginas
R$ 20,00
CARLOS AUGUSTO VIANAEDITOR
Diário do Nordeste
ENSAIO: Vaidade, pecado e salvação de uma viúva
Escrever uma carta pode ser a solução mais fácil contra o ruborescer provocado pela timidez durante a revelação de segredos íntimos
As palavras, transcritas no papel, evitam o constrangimento face a face e podem gravar um significado mais profundo do que aquelas soltas no ar e perdidas na memória durante uma conversa - trazendo também as marcas de uma personalidade por vezes obrigada à reclusão.
Eugênia, narradora protagonista do conto "Confissões de uma Viúva Moça", de Machado de Assis, utiliza-se do gênero epistolar para contar à amiga Carlota o que a tortura há dois anos - buscando regeneração com a distância da corte. Enquanto viveu com o marido, a personagem se deixou envolver sentimentalmente por um sedutor, Emílio. A relação não chegou a se concretizar fisicamente, mas, durante o jogo da sedução provocado por ele, Eugênia, mulher casada que deve fidelidade também de pensamentos naquela sociedade do século XIX, amou-o e trocou afetos escondidos. O amor constantemente citado pela personagem foge, porém, das marcas de um amor romântico.
As duas faces
O processo de conquista, marcado pelo desejo da aventura apaixonada, evoca nela a sensação de pecado cometido. O medo repele ao mesmo tempo em que atrai.
Apenas com a recusa do casamento por parte de Emílio após a viuvez, ela consegue enxergar o abismo mortal no qual estava prestes a mergulhar definitivamente. Pois, apesar de a morte do marido permitir a reconstituição familiar, o "crime" do passado não fora apagado até então. A solução, que parece um purgatório à maneira católica, ainda gera dúvidas na personagem sobre a isenção do pecado outrora imaginado e, evidentemente, desejado.
As sete cartas, recebidas a cada domingo por Carlota - e enviadas 24 horas antes, portanto, no sábado - nos remetem ao descanso sabático de Gênesis. Durante a reconstrução do próprio direito à salvação, com o descanso dos justos, a carta é uma forma de redimir o "crime cometido". Independentemente do orgulho ferido e da vaidade, a narradora usa as cartas como forma de confessionário, desvendando segredos e pecados para servir de exemplo as outras amigas que venham, assim, vivenciar semelhante situação. Após o dever cumprido, ela também terá direito ao "sono dos justos".
A temática
Publicado no desenvolvimento da maturidade literária do Autor, em 1865, no Jornal das Famílias, o conto gerou polêmica já que revela um amor proibido, fora do matrimônio, mesmo que não consumado.
À época eram comuns os casamentos arranjados, assim como a maior força da doutrina cristã, que corroboravam a submissão da mulher virtuosa diante do marido.
A protagonista desde o início do conto apresenta certa oposição às "leis" matrimoniais, impondo ao marido a ida ao Teatro Lírico. (Texto I) O escritor apresenta uma personagem que se referencia tanto na Bíblia como em mitos gregos para mostrar o dilema do profano da paixão com a religiosidade do matrimônio. Amorim Neto (2006) destaca a narradora como uma leitora incompetente de romances e competente na leitura de épicos, tragédias e da Bíblia."Entretanto, se há algo que ela conseguiu apreender dos romances, esse algo foi a forma. (...) neste conto, a citação ao romance, está em sua própria estruturação" (Amorim Neto, 2006, p. 1).
A mitologia

A relação de Eugênia com os mitos aparentemente é mais intensa durante a vida de casada, com a religião vencendo apenas após a morte do marido e com a recusa por parte do próprio homem que a seduzia. No conto, há dois momentos de referência mais clara à mitologia grega. No primeiro capítulo, quando expõe as motivações para encaminhar as cartas: (Texto II)
FIQUE POR DENTRO
As reações das personagens e o modelo social
No terceiro capítulo do conto, a narradora afirma, após ver o admirador misterioso, que o sono daquela noite não tinha sido "o sono dos justos", para revelar inquietação. No sentido bíblico, o sono ou descanso dos justos apresenta variados sentidos, referindo-se, também, à salvação garantida após a morte material. Desse modo, podemos inferir a relação com a religiosidade, uma vez que ela encontra-se no desejo do pecado. Sidney Chalhoub, no texto "Diálogos políticos em Machado de Assis" do livro A História Contada(1998), aponta sobre uma série de perfis de personagens dos romances machadianos que se utilizam da inteligência para "burlar" o sistema patriarcal, como forma de fazer a própria vontade. Normalmente, esses personagens têm personalidades marcantes apesar de estarem em situação social de submissão. Podemos, assim, perceber que há uma retomada evidente às estruturas da sociedade da época.
Trechos
TEXTO I
A teimosia de Eugênia, não aceitando a recusa do marido para ir ao Teatro Lírico, lembra a situação de Eva, que, mesmo ciente de que comer do fruto de determinada árvore era ilícito, insistiu em cometer o erro. Ambas são mulheres que praticam ações não condizentes com uma postura submissa, de subserviência ao marido, burlando sua condição historicamente retratada de seres servis. A personagem atribui sua insistência a um "espírito mau" (ASSIS, 2005, p. 75) que a incitou a enfrentar a recusa do marido, e mais tarde a levara a ver pela primeira vez aquele que desagregaria totalmente o seu vínculo conjugal. Enquanto isso, Eva é incentivada pela serpente, que afirma não haver perigo algum em provar do fruto proibido. Cada uma, a seu modo, cede a impulsos instintivos, irracionais, que as conduzirão a situações irreversíveis. (Zafalon, 2010, p.85)
TEXTO II
Logo no verão seguinte vieste com teu marido para cá, disposta a não voltar para a corte sem levar o segredo que eu teimava em não revelar. A palavra não fez mais do que a carta. Fui discreta como um túmulo, indecifrável como a Esfinge. Depuseste as armas e partiste.
Desde então não me trataste senão por tua Esfinge.
Era Esfinge, era. E se, como Édipo, tivesses respondido ao meu enigma a palavra "homem", descobririas o meu segredo, e desfarias o meu encanto. (Assis, p.281)
GABRIELA RAMOSCOLABORADORA
Diário do Nordeste
15/04/2013
27/03/2013
Livros do Padre Geovane Saraiva
“O peregrino da Paz” e “Nascido Para as Coisas Maiores” (centenário de Dom Helder Câmara).
“A Ternura de um Pastor”, na 2ª edição (homenagem ao Cardeal Lorscheider)
“A Esperança Tem Nome” (espiritualidade e compromisso)
“Dom Helder: Sonhos e utopias”
Cada livro é um árvore
Ondulada pelo vento
É papel e personagem
Pendurado no seu tempo
Usa capa e contracapa
Comentário nas orelhas
Nariz na folha do rosto
Sumário nas sobrancelhas
Cada Livro é uma nuvem
Carregada de palavras
Chovendo pelos caminhos
Cada livro é um oásis
Onde as aves bibliófilas
Vão preparar os seus ninhos
Prof. Horácio Dídimo
Livros são contos e cantos
São palácios ancestrais
São circos com saltimbancos
São templos, são catedrais
Colorido ou preto-e-branco
Cada livro tem seu texto
Seu miolo sua casca
Seu mercado e seu contexto
Livros são nomes ou mais
Seres tridimensionais
Cada um com sua norma
Cada livro é uma forja
Um retrato e um espaço
Um abraço e uma forma
Prof. Horácio Dídimo
“O peregrino da Paz” e “Nascido Para as Coisas Maiores” (centenário de Dom Helder Câmara).
“A Ternura de um Pastor”, na 2ª edição (homenagem ao Cardeal Lorscheider)
“A Esperança Tem Nome” (espiritualidade e compromisso)
“Dom Helder: Sonhos e utopias”
Cada livro é um árvore
Ondulada pelo vento
É papel e personagem
Pendurado no seu tempo
Usa capa e contracapa
Comentário nas orelhas
Nariz na folha do rosto
Sumário nas sobrancelhas
Ondulada pelo vento
É papel e personagem
Pendurado no seu tempo
Usa capa e contracapa
Comentário nas orelhas
Nariz na folha do rosto
Sumário nas sobrancelhas
Cada Livro é uma nuvem
Carregada de palavras
Chovendo pelos caminhos
Cada livro é um oásis
Onde as aves bibliófilas
Vão preparar os seus ninhos
Prof. Horácio Dídimo
Livros são contos e cantos
São palácios ancestrais
São circos com saltimbancos
São templos, são catedrais
Colorido ou preto-e-branco
Cada livro tem seu texto
Seu miolo sua casca
Seu mercado e seu contexto
Livros são nomes ou mais
Seres tridimensionais
Cada um com sua norma
Cada livro é uma forja
Um retrato e um espaço
Um abraço e uma forma
09/03/2013
Dom Helder Câmara: 4 vezes indicado para o prêmio nobel da paz
![]() Dr. José Maria Pontes Pontes*
Ganhei agora à noite mais um livro
sobre a vida de Dom Helder Câmara, que me foi oferecido pelo amigo e colega Dr.
Augusto, chefe do serviço de nefrologia do HGF. O título é: "NASCIDO PARA
COISAS MAIORES" e o autor é o Pe. Geovane Saraiva, grande, estudioso da
vida de Dom Helder. Nunca podemos esquecer que Dom Helder Câmara foi o maior cearense
de todos os tempos e o único brasileiro a ser indicado por 4 vezes para ganhar
o PRÊMIO NOBEL DA PAZ. Até hoje nem o governo de Fortaleza e nem o do Ceará
prestou uma grande homenagem a esta figura santa, que tanto fez pela
democracia em nosso País e pela paz no mundo. Nunca é tarde para se reparar um
erro. Nesta semana (7 de fevereiro) se vivo fosse Dom Helder estaria
completando 104 anos.
|
28/02/2013
Dom Helder: 4 vezes indicado para o prêmio nobel da paz

Dr. José Maria Pontes Pontes*

geovanesaraiva@gmail.com

geovanesaraiva@gmail.com

geovanesaraiva@gmail.com
Ganhei agora
à noite mais um livro sobre a vida de Dom Helder Câmara que me foi oferecido
pelo amigo e colega Dr. Augusto, chefe do serviço de nefrologia do HGF. O
título é: "NASCIDO PARA COISAS MAIORES" e o autor é o Pe. Geovane
Saraiva grande, estudioso da vida de Dom Helder. Nunca podemos esquecer que Dom
Helder foi o maior cearense de todos os tempos e o único brasileiro a ser
indicado por 4 vezes para ganhar o PRÊMIO NOBEL DA PAZ e até hoje nem o governo
de Fortaleza e nem o do Ceará prestou uma grande homenagem a esta figura santa
e que tanto fez pela democracia em nosso País e pela paz no mundo. Nunca é
tarde para se reparar um erro. Nesta semana (7 de fevereiro) se vivo fosse Dom
Helder estaria completando 104 anos.
*Presidente do Sindicados dos Médicos e ex-vereador de Fortaleza
![]() |
| geovanesaraiva@gmail.com |
![]() |
| geovanesaraiva@gmail.com |
![]() |
| geovanesaraiva@gmail.com |
Ganhei agora
à noite mais um livro sobre a vida de Dom Helder Câmara que me foi oferecido
pelo amigo e colega Dr. Augusto, chefe do serviço de nefrologia do HGF. O
título é: "NASCIDO PARA COISAS MAIORES" e o autor é o Pe. Geovane
Saraiva grande, estudioso da vida de Dom Helder. Nunca podemos esquecer que Dom
Helder foi o maior cearense de todos os tempos e o único brasileiro a ser
indicado por 4 vezes para ganhar o PRÊMIO NOBEL DA PAZ e até hoje nem o governo
de Fortaleza e nem o do Ceará prestou uma grande homenagem a esta figura santa
e que tanto fez pela democracia em nosso País e pela paz no mundo. Nunca é
tarde para se reparar um erro. Nesta semana (7 de fevereiro) se vivo fosse Dom
Helder estaria completando 104 anos.
19/02/2013
Bispo de Maringá lança livro pela Editora Canção Nova
Da Redação, com Arquidiocese de Maringá
Montagem sobre fotos / arquivo

O lançamento acontece nesta terça-feira, 19, na Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória
Nesta terça-feira, 19, dia em que completa 60 anos de vida, o Arcebispo de Maringá (PR), Dom Anuar Battisti, lança o livro “Palavras de um amigo”, pela Editora Canção Nova.
O lançamento será às 18h30, na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, onde será celebrada uma Missa de Ação de Graças com a presença de bispos e sacerdotes da arquidiocese e outros convidados.
O lançamento será às 18h30, na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, onde será celebrada uma Missa de Ação de Graças com a presença de bispos e sacerdotes da arquidiocese e outros convidados.
De acordo com Dom Anuar, o livro é uma coletânea de 60 artigos escritos por ele, com vários temas abordados: comunicação, família, política, costumes e outros. A apresentação do livro foi escrita pelo Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica no Vaticano, Cardeal João Braz de Aviz.
“Conheço Dom Anuar há quarenta anos, e com ele condivido um caminho espiritual que nos uniu e continua a nos unir nos dias de hoje: a espiritualidade da unidade de Chiara Lubich, uma das concretizações da espiritualidade de comunhão, proposta pelo Beato Papa João Paulo II para toda a Igreja, como critério de vida para todos os discípulos de Jesus neste novo milênio que estamos iniciando”, escreve o cardeal no texto de apresentação.
Além do livro, as reflexões de Dom Anuar também estão disponíveis em audiobook (livro para ouvir) e podem ser adquiridos nas Lojas Canção Nova ou pelo site loja.cancaonova.com.
Canção Nova
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![Muito obrigado, padre @[100002456578485:2048:Geovane Saraiva], pelo presente! Lerei com muito carinho! :)](https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/s480x480/563673_3058804725068_1379124780_n.jpg)





