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07/06/2013

Assembleia Missionaria na Arquidiocese de Fortaleza/CE



Aconteceu neste sábado, 12 de janeiro, nossa assembleia anual de preparação para o ano de 2013. Nesta assembleia foram abordados alguns temas relacionados com a vida de um missionária e iniciativa cristã.

11/05/2013

Paul McCartney - Um eterno menino

Repetindo o repertório e figurino, Paul McCartney encerrou a turnê Out there numa noite encantadora em Fortaleza. Nem os problemas de tráfego tiraram a alegria do público

FOTO: IANA SOARES



Em 1984, quando Roberto Medina anunciou que iria fazer um mega festival de música no Brasil, muita gente achou que ele não ia muito bem da cabeça. É que a imagem do País no meio do show business andava meio manchada por conta de muitos problemas que já haviam acontecido. O empresário insistiu na ideia e o Rock in Rio saiu do papel para se transformar num dos maiores eventos de música do mundo.
Com algumas diferenças, essa sensação de desconfiança também tomava conta do fortalezense até a noite de ontem. Desde que foi anunciado, no início do ano, que Paul McCartney iria apresentar no estádio Castelão sua turnê Out There, uma série de discussões tomou conta das rodas de conversas – presenciais ou “internéticas” – para saber se Fortaleza estava ou não pronta para receber um espetáculo daquele tamanho. Apesar dos problemas na chegada – multidão, filas, engarrafamento – a noite foi de encanto para os 50 mil espectadores que compareceram à festa.
Paul subiu no imenso palco às 21h36 desta quinta-feira (9), para a terceira e última apresentação da turnê no Brasil. Próximo de completar 71 anos, o músico inglês segurou a emoção da plateia por duas horas e quarenta minutos, com um fôlego de causar inveja. A mesma disposição foi exigida do público, que começou a chegar ao estádio na noite anterior. À medida que o espetáculo se aproximava, imensas filas de carros sufocavam todas as vias de acesso ao estádio. Para complicar ainda mais, as reformas no entorno deixavam tudo parecendo o cenário do filme Os Vingadores. Vans que agendaram muitos grupos, cancelavam as viagens em cima da hora, porque ficavam presas no mar de automóveis. Fluindo em ritmo muito lento, o trânsito da tarde da quinta-feira fez muita gente seguir para o show a pé, atravessando muita lama e areia.
Já no interior da Arena Castelão, o clima era de total alegria. Exibindo sua já conhecida simpatia, Paul McCartney cantou, dançou, brincou com a plateia e ainda ensaiou algumas expressões em “cearês”. “Finalmente o Paul veio pro Castelão. Vamos botar bonecúúú”, gritou o músico para o público extasiado. Suando em bicas, ele tirou o casaco logo na segunda música e deixava claro que estava difícil aguentar o calor. Mas não perdia uma chance de homenagear os fãs que estavam ali.
O repertório de 38 músicas foi exatamente igual ao das outras duas apresentações da turnê e repete alguns momentos que encantam as plateias há décadas. As explosões e os fogos em “Live and let die”, o imenso coro em “Hey Jude” (escolhida para fechar o primeiro bloco), o momento solo ao violão em “Blackbird” (com o músico sendo erguido numa plataforma), a homenagem a George Harrison em “Something” e o encerramento com “The end”. Entre as novidades, canções pouco ou nunca feitas ao vivo, como “Eight days a week”, “Lovely Rita” e “Being for the benefit of Mr. Kite”. Antes de “Your mother should know”, houve ainda uma homenagem ao velho amigo John Lennon em “Here today”. O encerramento de “Let me roll it” também trouxe linhas de guitarra de “Foxy lady”, num tributo a Jimi Hendrix.
Já próximo do fim, Paul McCartney solta um “tenho que vazar”, arrancando risos e mais aplausos. Sem parar sequer para tomar água, o ex-beatle só descansou nos intervalos entre os dois bis. Para o segundo, ele ainda reservou um presente especial. Um casal foi ao palco para oficializar o pedido de casamento sob as benções do astro, que cedeu seu microfone e aguardou pacientemente enquanto o noivo buscava as palavras certas em inglês. Ao fim, ambos receberam um forte abraço do músico que, logo emendou a pesadona “Helter skelter”. Depois de “Golden slumbers”, “Carry that weight” e “The end”, Paul se despede às 00h17 dizendo “Tchau, Fortaleza. Até a próxima”. Com fogos e chuva de papel picado, o público acorda daquele sonho musical certo de que o medo de Fortaleza fazer feio foi vencido pela esperança de que venham novos grandes shows para a Cidade

O Povo: VIDA & ARTE VIU 11/05/2013


10/05/2013

Sapos enfeitam pianos e palco de Paul McCartney em Fortaleza, na noite desta quinta-feira

Brincadeira é uma alusão ao show que aconteceu em Goiânia.
Turnê Out There! segue para os Estados Unidos.

Carolina EsmeraldoDo G1 CE

Sapos enfeitam pianos e palco de Paul McCartney em Fortaleza, na noite desta quinta-feira (9) (Foto: Facebook/Reprodução)Sapos enfeitam pianos e palco de Paul McCartney em Fortaleza, na noite desta quinta-feira (9) (Foto: MJ Kim/Paul McCartney Official)
A equipe de produção da turnê "Out There", do ex-Beatle Paul McCartney, espalhou diversos sapos de brinquedo ao redor do palco e sobre os pianos do cantor. A brincadeira é uma alusão ao show de Goiânia, em 6 de maio, quando o palco foi invadido por centenas de gafanhotos e outros insetos. No facebook oficial da turnê, a equipe postou a imagem do piano enfeitado de sapos com a seguinte mensagem: "There haven't been any grasshoppers so far... just some toy frogs!" (tradução literal: ainda não há ganhafotos...apenas alguns sapos de brinquedo).
O músico britânico encantou os cearenses com o seu senso de humor, usando várias expressões típicas cearenses, como "Vamos botar boneco!", que quer dizer "fazer bagunça", ''dar chilique'' e "Eita, má!", uma abreviação de eita, macho", além de ter falado "Precisamos vazar", querendo dizer que precisavam acabar o show e ir embora. Paul também fez passinhos de dança quando acabava de cantar,  agradecendo a participação do público.
Paul McCartney divulga fotos de ataque de insetos durante show em Goiânia (Foto: MJ Kim/Paul McCartney Official)Paul McCartney divulga fotos de ataque de insetos durante show em Goiânia (Foto: MJ Kim/Paul McCartney Official)
Ao vivo, McCartney agradeceu os cartazes que foram levados ao show. E, em carta de agradecimento, o ex-beatle e a banda homenageiam o público. "Eu, a banda e toda a equipe tivemos uma experiência maravilhosa, e em parte o mérito é da reação da plateia. Então, obrigado a todos por serem tão legais, por estarem sempre prontos para se divertir e por amar nossa música", diz. Ainda mantendo o bom humor, disse que a presença dos gafanhotos em Goiânia foi inacreditável. "Ninguém viu que eles estavam vindo!", completa.
Fortaleza foi a última cidade do Brasil em que Paul McCartney tocou na turnê "Out There!". Os próximos shows vão acontecer nos Estados Unidos, na Polônia, na Itália, Áustria e Canadá

30/04/2013

Paul Mccartney: sucessos para várias gerações


Paul: fãs cearenses preparam homenagem durante show

Depois que os Beatles anunciaram o fim da banda, em 1970, Paul McCartney precisou de um tempo para voltar a cantar sucessos como “Eleanor Rigby”, “Helter skelter” ou “Hey Jude”. O espólio daquele que havia se tornado o maior fenômeno da música popular internacional era também um fardo pesado demais para ser carregado por um jovem músico, na época, de menos de 30 anos. A saída encontrada foi montar um novo grupo, os Wings, e um novo repertório. A partir dali, os Beatles viraram, de fato, passado.
A nova fase, longe dos antigos amigos John, George e Ringo, também rendeu grandes momentos ao garoto de Liverpool. Mas a cobrança para que ele voltasse a encarar os velhos hits era bem forte. Paul deu um tempo para si, tentou um distanciamento, e só então foi possível encontrar espaço para mesclar a nova produção com tudo aquilo que o público sabia acompanhar de cor e salteado. E é aí que “nasce” o Paul McCartney que vem a Fortaleza no próximo dia 9 de maio.
Apesar dos 70 anos, o artista encontra fôlego de menino na hora que sobe ao palco para uma maratona de, no mínimo, três horas de espetáculo. Embora ainda não tenha sido divulgado o repertório dos shows da nova turnê, a fórmula seguida, que já tem algumas décadas, é simples: caminhar por uma coleção de canções famosas lançadas nos seus 50 discos. O apelo super popular dos Beatles passou a conviver amigavelmente com o que foi produzido durante a carreira solo, que já lhe toma 43 anos. Desta, são pinçadas joias do quilate de “Maybe I’m amazed”, “Band on the run”, “Mull of Kintyre” e “Let ‘em in”.
É bem verdade que, entra turnê, sai turnê, algumas canções permanecem com seu assento garantido no setlist. “Hey Jude”, por exemplo. Além dela, “Let it be”, “Yesterday” e “The long and winding road” também relembram os tempos de FabFour. Da carreira solo, “Let me roll it”, “My love” e “Live and let die” (com suas explosões pirotécnicas) já são donas de cadeira cativa.
Trocando uma faixa aqui, outra ali, é assim que têm sido as turnês de Paul McCartney, pelo menos desde 1990, quando ele veio ao Brasil com sua World Tour para duas noites no Rio de Janeiro. Dar início à nova Out There por aqui, 23 anos depois, é a prova que aquelas apresentações no Maracanã foram marcantes para ele também. Mais ainda se levarmos em conta que nos últimos anos a presença do inglês neste País tropical tem sido mais frequente.
Tão frequente que já surgiram rumores que ele teria ficado encantado com o som do funk carioca. Segundo o produtor Mark Ronson, que está trabalhando no sucessor de Kisses on the botton (2012), Paul teria lhe mostrado “uma coisa meio pós-Bonde do Rolê e perguntou: ‘Como conseguimos esse tipo de energia?’ E aí ele tocou ‘Climax’, do Usher, e falou: ‘Eu amo como as partes sônicas aparecem nessa música’”.
Será, então, que o nobre repertório de Paul vai abrir espaço para a força do pancadão carioca? Só esperando para saber.
Saiba mais
A campanha #PaulnoCastelao está convidando os fãs para uma homenagem especial aos Beatles durante o show de Fortaleza. A ideia é que todos levem balões verdes e amarelos para agitarem durante “Hey Jude”. “Todo mundo levando um pacote de balões, dá pra fazer isso e ficar bonito”, empolga-se Marilza Arbex, 49, uma das responsáveis pela campanha. 
A outra homenagem seria levantar corações vermelhos durante “Something”, saudação que Paul costuma fazer a George Harrison (1943 – 2001). “Vamos esperar o show de Belo Horizonte para confirmar (o setlist)”, adianta. A campanha pode ser acompanhadas pela página www.facebook.com/kilza.arbex. (MS)
Jornal O Povo

03/04/2013

Não queremos ser da moda, diz líder do Keane


'Quero ser ouvido por todos, não por quem gosta de hype', diz Tom Chaplin.
Banda do hit 'Somewhere only we know' toca em SP nesta quarta-feira.


Braulio Lorentz
Do G1, em São Paulo

O Keane é formado por Richard Hughes, Jesse Quin, Tom Chaplin e Tim Rice-Oxley (Foto: Alex Lake/Divulgação)O Keane tem Richard Hughes, Jesse Quin, Tom Chaplin e Tim Rice-Oxley (Foto: Alex Lake/Divulgação)
Nos últimos 16 anos, o Keane sempre disse ser uma banda "sem medo de ser brega". A definição é de Tom Chaplin, vocalista do grupo britânico, que toca em São Paulo nesta quarta-feira (3). Não precisava ser tão direto: uma vasculhada nos versos do Keane comprova que muitos deles são encharcados com água, açúcar e lágrimas. Do primeiro hit "Somewhere only we know" (veja a letra traduzida) às canções de "Strangeland", lançado no ano passado, a banda vai direto ao assunto: romances e pequenas variações do tema.
Em entrevista por telefone ao G1, Tom Chaplin mantém a coerência. Ele fala sobre sua paixão por Michael Jackson, comenta o fato de o Keane ter lançado seus cinco trabalhos direto no topo das paradas britânicas e relembra o começo da banda, quando tocavam basicamente covers de U2, Radiohead e Blur. Leia os principais trechos:

G1 - Você disse certa vez que o Keane não tem medo de ser uma banda brega. Já falou também que vocês não têm a necessidade de serem 'cool'. Ainda pensa dessa forma?
Tom Chaplin - Uma das coisas de ser uma banda britânica é que muitas vêm e vão... E aparecem várias para tomar o lugar. Vários grupos fazem sucesso por um ou dois anos, mas daí somem. A moda passa, sabe? Nós nunca tentamos ser uma banda "cool", ou entrar na moda. Nossa tentativa é ter músicas que não são esquecidas com o passar dos anos. É a nossa motivação para continuar. Quero é ser ouvido por todo mundo, não só por quem gosta de hype ou quem é jovem. Queremos durar o máximo possível, mesmo sendo bregas. Não quero ser uma banda da moda. Há coisas mais importantes do que isso. Quero lançar discos e de preferência o mais perto do topo das paradas.

G1 - Sua voz mudou muito desde que você começou a cantar?
Tom Chaplin - Com certeza mudou bastante. Afinal, eu canto desde antes das minhas  primeiras memórias. Eu costumava me gravar cantando na cozinha, quando eu tinha quatro ou cinco anos. Sempre foi algo que eu amei fazer. Quando você é jovem, você não tem ideia do que está fazendo. Quando começamos a banda, mal sabíamos o que era estar em uma banda. Eu não sabia muito bem como cantar. Demora, até você ser um bom cantor. Sempre aprendi com meus ídolos, meus heróis. Mas éramos realmente péssimos no começo! [risos] A gente bem que se esforçava, mas o barulho que fazíamos era horrível.

G1 - Vocês tocavam basicamente covers?
Tom Chaplin - Era a única forma de treinar. Tínhamos algumas canções, todas bem ruins. Quando éramos adolescentes, britpop era a grande novidade. Nosso repertório tinha muito U2, Blur, Radiohead. Nosso lado compositor foi se desenvolvendo quando o Tim [Rice-Oxley, tecladista] passou a escrever músicas pensando na minha voz. Foi aí que tudo aconteceu. As músicas e a minha voz se desenvolveram juntas.
Banda liderada por Tom Chaplin precede show dos californianos do Maroon 5 (Foto: Alexandre Durão/G1)
Keane toca no Rio em 2012, ao abrir para Maroon 5
(Foto: Alexandre Durão/G1)

G1 - Sempre que lançaram um disco, ele estreou em primeiro no Reino Unido. Há pressão para manter essa marca?
Tom Chaplin - O fato de isso acontecer sempre que lançamos um disco é algo ótimo para a banda... Várias bandas das quais gostamos possuem músicas que são universais. Ao nos influenciarmos por elas, acabamos chegando a um som também universal. Nossas músicas dizem algo para um monte de pessoas, esteja ela em São Paulo, ou no Rio... Mas quando escrevemos não pensamos em ser um sucesso de vendas.

G1 - Quando alguém queria apresentar a banda, geralmente falavam que o Keane fazia britpop sem guitarras. Depois, vocês passaram a ter guitarra nas músicas. Por que não tinham e por que passaram a ter?
Tom Chaplin - Não tínhamos guitarra no começo, porque não tínhamos guitarrista. Éramos uma "guitar band" antes, muito barulhenta. Tentamos conseguir um contrato com gravadora, mas sem sucesso. O guitarrista saiu para fazer outra coisa. Tentamos continuar sem guitarrista, aumentando a importância do piano... Era o melhor que tínhamos para aquele momento. No terceiro disco, tentamos trazer novos elementos e motivações para a banda. Voltar a ter guitarra foi algo natural, uma mudança.
A banda britânica Keane retorna ao Brasil para show (Foto: Alex Lake/Divulgação)
A banda britânica Keane retorna para show
(Foto: Alex Lake/Divulgação)

G1 - Há várias influências para o Keane. Mas como tentar criar algo único para a banda e não uma música que pareça com U2, por exemplo?
Tom Chaplin - O melhor de ter uma banda é poder juntar várias referências. Eu sou um grande fã de Freddie Mercury e Michael Jackson mas tenho certeza que não há tanto deles no Keane. Nossa forma de escrever canções tem mais a ver com John Lennon, um cara único, porque ele pensa a música de uma forma que também pensamos.

G1 - Você sempre cita Michael Jackson. Onde você estava quando ele morreu e como ficou quando soube da morte?
Tom Chaplin - Eu estava em um festival na Suécia. Eu me lembro que foi um choque... Mas ao mesmo tempo não fiquei tão surpreso, porque a vida dele era pouco comum. Era algo que poderia acontecer. Eu, de certa forma, fiquei até aliviado. Porque ele parecia estar sofrendo, mesmo sendo ainda jovem. Não tenho certeza se ele era uma pessoa feliz. Era como se ele vivesse em uma bolha bem estranha. É chato dizer isso, mas me senti mesmo aliviado. Foi um cara tão influente. Ele é o melhor de todos.

28/03/2013

Preços para o show de Paul McCartney em Fortaleza


Foto: Divulgação
Foram divulgados, nesta quinta-feira (28), os preços dos ingressos para o show do ex-Beatle Paul McCartney em Fortaleza. O cantor irá abrir a turnê mundial “Out There!” com três shows no Brasil.
Para o show na Capital cearense, haverá pré-venda exclusiva de ingressos para compra com cartões Ourocard Pessoa Física, do Banco do Brasil, com uso na função crédito; e para fãs cadastrados no site internacional de Paul McCartney. A pré-venda acontece no dia 2 de abril, terça-feira, a partir das 10h e será realizada pelo site.
Já no dia 6 de abril, qualquer pessoa poderá comprar o ingresso pela Internet ou na bilheteria da boate Mucuripe. A bilheteria funcionará de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e aos sábados e domingos das 10h às 16h, até o término dos ingressos. O cliente pode acessar o “Autoatendimento” no site de vendas da Ingresso.com. As respostas serão dadas de forma automática e, caso ainda restarem dúvidas, há a possibilidade de enviar um e-mail para o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).
As vendas terão o limite de 6 ingressos por CPF.  A aquisição do ingresso de meia entrada na bilheteria é presencial, não sendo permitida a compra de ingressos por terceiros, e destina-se apenas ao beneficiário, sendo permitida apenas 1 entrada por CPF e não será permitida a troca de ingressos após a compra.
Ao todo, o show terá capacidade para 55 mil lugares. De acordo com Luiz Oscar Niemeyer, diretor da Planmusic Entretenimento, empresa responsável pela turnê do cantor no Brasil, a cerca de um mês foi realizada uma vistória na Arena Castelão. O objetivo era saber se o estádio teria condições necessárias para receber o show. “Ficamos bastante impressionados com o local. Podemos conhecer e definir onde ficaria o palco, camarins e backstage”, afirmou Luiz.
O secretário Especial da Copa, Ferruccio Feitosa, também ressaltou a importância do show para a Capital. “Sempre foi um desejo do Governo do Estado trazer um show internacional para a Arena Castelão. Tenho certeza que o evento irá encantar o povo cearense”.
A abertura dos portões está prevista para começar às 17h30 no dia 9 de maio.
Confira o mapa dos assentos:
Mapa Fortaleza
A classificação etária é de 16 anos, mas a entrada de menores de 16 anos será permitida se comprovadamente acompanhado dos pais e/ou responsáveis legais, que deverão permanecer no local do show enquanto o menor estiver presente.
Os valores dos ingressos são:
Front Stage: R$ 600 (inteira) e R$ 300 (estudante)
Pista Premium: R$ 280 (inteira) e R$ 140 (estudante)
Cadeira Inferior: R$ 280 (inteira) e R$ 140 (estudante)
Cadeira superior: R$ 180 (inteira) e R$ 90 ( estudante)
Publicado em 28/03/2013 - 11:24 por 
Diário do Nordeste