Fotógrafo Jorge Sato faz mostra com foco na arquitetura.
Ele utiliza técnica conhecida como 'lomografia'.
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Até o próximo domingo (6), obras de Oscar Niemeyer que marcam a paisagem paulistana - e também fluminense - podem ser vistas sob um ponto de vista pouco usual. O fotógrafo Jorge Sato apresenta 14 imagens inéditas que registrou com os tradicionais filmes fotográficos. Apesar dos efeitos que lembram os filtros do Instagram e outros aplicativos, tudo que será exibido é analógico.
Sato utiliza o estilo chamado lomografia, que utiliza câmeras analógicas e filmes fotográficos. Em alguns casos, os efeitos são obtidos a partir da seleção das películas, do tipo de máquina ou do processo de revelação dos negativos.
“Além da admiração pelo trabalho de Niemeyer e o desejo de interagir com suas obras, escolhi uma interação visual que fosse mais do que registrar de forma clássica, mas sim transportar seu trabalho para uma realidade onírica. Um universo peculiar baseado em introspecção e imaginação”, explica Jorge Sato.
“Além da admiração pelo trabalho de Niemeyer e o desejo de interagir com suas obras, escolhi uma interação visual que fosse mais do que registrar de forma clássica, mas sim transportar seu trabalho para uma realidade onírica. Um universo peculiar baseado em introspecção e imaginação”, explica Jorge Sato.
“Olhográfico” fica em cartaz até o dia 06 de maio, sempre com a presença permanente do artista. A mostra está na Tripolli Galeria, localizada na Alameda Tietê, 198, nos Jardins.
Memorial registrado em máquina com lente no estilo 'olho de peixe'. (Foto: Jorge Sato/Divulgação)
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