MUNDO
UNICEF
Texto Miguel Marujo | Foto Lusa | 07/07/2012 | 09:00
Quando este país africano está a celebrar um ano de independência, a UNICEF apelou para que os direitos das crianças sejam uma prioridade, sublinhando que elas são vitais para o crescimento da jovem nação e para a sua estabilidade
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“A fundação de um pacífico e próspero Sudão do Sul só pode ser forte se investir nos jovens cidadãos do país”, reiterou o representante da UNICEF no país, Ali Yasmin Haque. “Eles necessitam de ser prioridade para todos, para que a próxima geração possa desempenhar um papel ativo e significativo na construção desta nova nação".
O Sudão do Sul tornou-se independente do Sudão a 9 de julho do ano passado, que se celebra segunda-feira, seis anos depois da assinatura de um acordo de paz que encerrou décadas de guerra entre o norte e o sul do então Sudão unificado.
Metade da sua população tem atualmente menos de 18 anos de idade, mas o país tem indicadores sociais muito pobres, incluindo uma elevada taxa de mortalidade materna e infantil, altas taxas de analfabetismo e desnutrição e infra-estruturas muito limitadas, tornando-o um dos mais arriscados lugares do mundo para uma criança nascer.
“A medição do progresso deve traduzir-se em resultados concretos para as crianças”, afirmou Haque. “Precisamos de melhorar as oportunidades das crianças para sobreviverem para além dos cinco anos, irem à escola e estarem protegidas da violência e dos conflitos".
“A medição do progresso deve traduzir-se em resultados concretos para as crianças”, afirmou Haque. “Precisamos de melhorar as oportunidades das crianças para sobreviverem para além dos cinco anos, irem à escola e estarem protegidas da violência e dos conflitos".
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