Segundo os organizadores, o concerto tem como objetivo chamar a atenção sobre cinco defensores dos direitos humanos que este ano integram a Maratona de Cartas - envio massivo de cartas a denunciar casos de violação de direitos humanos. David Fonseca escolheu apoiar a causa do grupo Girifna «na luta contra o totalitarismo e repressão do governo Sudanês e que tem nestas pessoas a sua face mais visível contra o regime, tornando-os num alvo mais fácil e incômodo para o governo vigente».
Pedro da Silva Martins, dos Deolinda, destacou a importância de participar no espetáculo. «Não só porque a causa dos direitos humanos, liberdade de pensamento e ação, nos é próxima, mas também por sentirmos que a música pode ajudar à defesa destes valores», disse o músico. E Aurea elegeu o caso da ativista iraniana Narges Mohammadi por não aceitar que a mulher, mãe de dois filhos, continue presa por defender os direitos humanos e nem sequer tenha direito a tratamentos médicos. As entradas custam oito euros.
Fátima Missionária
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