Tatiana Félix
Jornalista da Adital
Adital
Começa nesta quinta-feira (6) em São Paulo (SP) o seminário Juventude, Educação e Trabalho, realizado pela ONG Ação Educativa. O evento reunirá até sexta-feira (7) professores, pesquisadores, gestores de políticas públicas e integrantes de organizações juvenis para discutirem os desafios na área de educação e trabalho na vida dos/as jovens brasileiros/as.
De acordo com a organização do evento, a ideia do seminário surgiu através da percepção de que "questões relacionadas à articulação entre educação, qualificação profissional e inserção no mundo do trabalho tem ganhado força no debate e na agenda pública”, nos últimos anos. Por isso, o objetivo do seminário é ser um espaço para discutir estas questões, visando encontrar respostas que auxiliem os/as jovens a avançarem nestas áreas.
Mesmo quem não conseguiu fazer inscrição ou quem não estiver em São Paulo pode acompanhar o seminário através do site da Ação Educativa. De acordo com a assessora do Programa de Juventude, Trabalho e Educação da entidade, Raquel Souza, os/as internautas poderão participar enviando perguntas para os/as debatedores/as.
A programação prevê a abordagem de diversos temas levantados a partir do diálogo entre a Ação Educativa, universidades, organizações juvenis e outras instituições, e contará com especialistas que debaterão em mesas temáticas simultâneas. Confira a programação completa aqui.
Desemprego juvenil
Apesar de a taxa de desemprego de jovens no Brasil ter diminuído de 21,8% para 15,2%, entre 2007 e 2011, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a previsão é de aumento na taxa global de desemprego juvenil, conforme prevê o "Panorama mundial do emprego: perspectivas pouco animadoras para os jovens no mercado laboral”.
Esses indicadores demonstram a urgência em investir no campo laboral para jovens. Especialistas alertam sobre a necessidade de se investir em qualificação profissional a fim de se obter as melhores vagas.
A OIT estima que na América Latina e no Caribe 7 milhões de jovens estão sem trabalho e outros 27 milhões estão na informalidade, sem receber seus direitos previstos em constituição.
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