01/01/2013

Bem-aventurados os obreiros da paz


MUNDO
Dia Mundial da Paz: Mensagem de Bento XVI
Texto Darci Vilarinho | Foto Lusa | 01/01/2013 | 07:52
«Pela amplitude do olhar» sobre os problemas atuais da humanidade, o diretor do jornal do Vaticano L' Osservatore Romano intitulou a mensagem do Papa para este dia «quase uma pequena encíclica»
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Aqui ficam, em forma de «tweets», algumas das passagens, mais significativas da mensagem: 

«Peço a Deus, Pai da humanidade, que nos conceda a concórdia e a paz a fim de que possam tornar-se realidade, para todos, as aspirações duma vida feliz e próspera». 

O nosso tempo, marcado «por sangrentos conflitos ainda em curso e por ameaças de guerra, requer um renovado e concorde empenho na busca do bem comum, do desenvolvimento de todo o homem e do homem todo». 

«Em cada pessoa, o desejo de paz é uma aspiração essencial e coincide, de certo modo, com o anelo por uma vida humana plena, feliz e bem-sucedida». 

«A paz envolve o ser humano na sua integridade e supõe o empenhamento da pessoa inteira: é paz com Deus, vivendo conforme à sua vontade; é paz interior consigo mesmo, e paz exterior com o próximo e com toda a criação». 

«Para sermos autênticos obreiros da paz: são fundamentais a atenção à dimensão transcendente e ao diálogo constante com Deus». 

«A paz não é um sonho, nem uma utopia; a paz é possível». 

«A Igreja está convencida de que urge um novo anúncio de Jesus Cristo, primeiro e principal fator do desenvolvimento integral dos povos e também da paz». 

Obreiro da paz «é aquele que procura o bem do outro, o bem pleno da alma e do corpo, no tempo presente e na eternidade». 

Obreiro da paz «é aquele que ama, defende e promove a vida na sua integridade, a começar da conceção, passando pelo seu desenvolvimento até ao fim natural». 

Obreiro da paz é aquele que promove «a estrutura natural do matrimónio, como união entre um homem e uma mulher… contra as tentativas de a tornar, juridicamente, equivalente a formas radicalmente diversas de união». 

«Para sair da crise financeira e económica atual, que provoca um aumento das desigualdades, são necessárias pessoas, grupos, instituições que promovam a vida». 

Há que «propor e promover uma pedagogia da paz. Esta requer uma vida interior rica, referências morais claras e válidas, atitudes e estilos de vida adequados». 

«É necessário ensinar os homens a amarem-se e a educarem-se para a paz, a viverem mais de benevolência que de mera tolerância»

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