O bispo do Porto alertou para os riscos que a vida humana corre quando é relativizada pelos valores da sociedade atual, que põem em causa a própria paz. «A fragilidade da vida uterina ou a fraqueza ou enfermidade que a atinjam depois são apelos a que corramos céleres, como os pastores do Evangelho, ao seu cuidado preciso, solidário e eficaz. Qualquer hesitação neste ponto, qualquer amolecimento cultural ou legal em relação a ele é absolutamente um atentado à paz», defendeu.
Aludindo ao início do cristianismo o prelado, disse que «a escravatura era uma realidade geral e aceite, o aborto prática corrente e o próprio bebé, já nascido, estava sujeito à vontade paterna para continuar a viver». E acrescentou que «foi inegavelmente a progressiva expansão evangélica nas inteligências e nos costumes que conseguiu modificar positivamente as coisas».
Fátima Missionária
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