«Gratidão pelo grande dom que Bento XVI é para a Igreja e para o nosso mundo; e confiança na promessa de Jesus Cristo, segundo a qual as forças do mal não prevalecerão, e confiança no Espírito de Deus que continuamente conduz a Igreja», afirmou o sacerdote, pedindo aos fiéis que continuem a rezar pelas intenções do Santo Padre, sobretudo «neste processo de escolha do novo pontífice.
Estabelecendo a analogia entre a missão que Jesus Cristo confiou ao apóstolo Pedro e o ministério de Bento XVI, Carlos Cabecinhas sublinhou que «o gesto surpreendente de renúncia» de Joseph Ratzinger foi «animado pelo seu inquestionável amor à Igreja». «Por amor à Igreja, aceitou assumir o peso e a responsabilidade inerentes à missão como Papa; por amor à Igreja, decidiu resignar por sentir não ter forças para continuar a exercer essa missão».
Da passagem de Bento XVI por Fátima, em 2010, o reitor recordou as palavras que o Papa proferiu, quer no Santuário, quer em Roma, depois da peregrinação. Caraterizou Fátima como «escola de fé e de esperança, de caridade e de serviço aos irmãos» e salientou «a atualidade da mensagem», chamando a atenção «para a importância dos apelos de Nossa Senhora neste lugar», disse Carlos Cabecinhas.
O Papa Bento XVI, de 85 anos, anunciou a resignação «devido à idade avançada», durante um consistório no Vaticano, a 11 de fevereiro. Esta quarta-feira, cumpre o último dia de pontificado. Ao final da tarde, deixa a cidade do Vaticano e vai para Castel Gandolfo, onde ficará a viver temporariamente e proferirá as últimas palavras antes de passar a Papa emérito. O novo Pontífice será escolhido até final do mês de março.
Fátima Missionária
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