Segundo Radebe, o objetivo é tornar conhecidas as «maçãs podres» da sociedade sul-africana, que têm provocado prejuízos avultados aos cofres da nação. Entre 2006 e 2007, as instituições sul-africanas perderam mais 130 milhões de randes (cerca de 11 milhões de euros) devido à corrupção.
E os cálculos das autoridades governativas indicam que este tipo de crime pode ter custado ao Estado qualquer coisa como 932 milhões de randes (perto de 79 milhões de euros), entre 2010 e 2011. As contas do ano seguinte ainda não estão feitas, mas sabe-se já que foram detetados mais de 4.000 casos de corrupção.
Fátima Missionária
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