Editado em 2010 tornou-se um sucesso editorial em França, com várias traduções, incluindo uma portuguesa que teve prefácio de Mário Soares. O opúsculo, apresentado como panfletário para muitos, interpela os jovens a tomarem uma posição contra a discriminação, a desigualdade e a indiferença.
O Conselho de Direitos Humanos da ONU, que esteve reunido quarta-feira, 27 de fevereiro, em Genebra, Suíça, observou um minuto de silêncio em memória de Stéphane Hessel – a primeira vez que um indivíduo é honrado desta maneira por este organismo.
«Stéphane Hessel foi uma figura de destaque no mundo dos direitos humanos», sublinhou a alta comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay. «O seu envolvimento com a equipa que redigiu a Declaração Universal é suficiente por si só para ganhar um lugar de honra na história mundial. Mas ele continuou a fazer muito mais, contribuindo para o avanço dos direitos humanos já bem nos seus 90 anos.»
Fátima Missionária
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