«Novos diagnósticos, novas drogas e com a promessa de novas vacinas têm o potencial de acelerar ainda mais o progresso contra a tuberculose, que ainda mata 1,4 milhões de pessoas por ano – mais do que qualquer outra doença infeciosa que não a sida. Mas permanecem dois obstáculos no caminho», sublinhou Ki-moon.
«O primeiro é o aparecimento de estirpes de tuberculose que não respondem a medicamentos de primeira linha [...] e o segundo é a necessidade de [mais] financiamento», explicou o responsável.
Fátima Missionária
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