MUNDO
Morte de Hugo Chávez
Texto Francisco Pedro | Foto Lusa | 06/03/2013 | 09:08
As principais cidades do país reforçaram a segurança para prevenir eventuais tumultos no primeiro dia após o anúncio da morte de Hugo Chávez. Pairam muitas incertezas quanto ao futuro na nação
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A morte do Presidente Hugo Chávez, anunciada na noite de terça-feira, 5 de março, está a provocar uma onda de reações diplomáticas em todo o mundo e a deixar os venezuelanos mergulhados num mar de incertezas quanto ao futuro do país. O vice-presidente, Nicolás Maduro, vai assumir formalmente as funções de Chefe de Estado interino, até à realização de novas eleições, dentro de 30 dias.
«Esperamos que tudo decorra em paz, em breve haverá novamente eleições, é como se começássemos de novo, a única certeza que temos é que a Venezuela não é a mesma de antes e não quer voltar a um passado que só faz parte da história», disse Miglalia Bracho à agência Lusa. A venezuelana foi uma das muitas pessoas que se dirigiram terça-feira à Praça Bolívar, em Caracas, para expressar o «amor» ao líder da revolução bolivariana.
Hugo Chávez morreu aos 58 anos, em Caracas, quase três meses depois de ter sido operado pela quarta vez a um cancro, a 11 de dezembro de 2012, em Havana, e quase cinco meses depois de ter sido reeleito para o seu terceiro mandato, em 7 de outubro. Não chegou a tomar posse como Presidente, ficando o lugar assegurado pelo vice-presidente, Nicolás Maduro, numa decisão autorizada pela Justiça venezuelana apesar dos protestos da oposição.
«Esperamos que tudo decorra em paz, em breve haverá novamente eleições, é como se começássemos de novo, a única certeza que temos é que a Venezuela não é a mesma de antes e não quer voltar a um passado que só faz parte da história», disse Miglalia Bracho à agência Lusa. A venezuelana foi uma das muitas pessoas que se dirigiram terça-feira à Praça Bolívar, em Caracas, para expressar o «amor» ao líder da revolução bolivariana.
Hugo Chávez morreu aos 58 anos, em Caracas, quase três meses depois de ter sido operado pela quarta vez a um cancro, a 11 de dezembro de 2012, em Havana, e quase cinco meses depois de ter sido reeleito para o seu terceiro mandato, em 7 de outubro. Não chegou a tomar posse como Presidente, ficando o lugar assegurado pelo vice-presidente, Nicolás Maduro, numa decisão autorizada pela Justiça venezuelana apesar dos protestos da oposição.
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