Segundo esta responsável, até 2025, dois terços dessa população vão sofrer uma «séria escassez», devido ao crescimento demográfico, ao aumento da produção agrícola, da poluição e da salinidade na água. Além disso, as alterações climáticas vão também aumentar a falta de água, acrescentou Irina Bokova, adiantando que os países mais pobres serão os «mais atingidos».
Para a diretora-geral da Unesco, as nações devem renovar o compromisso de apoio a soluções inclusivas e sustentáveis para a administração dos recursos hídricos em áreas secas. «Os desafios sobre a água são complexos e as soluções devem ser igualmente multifacetadas», destacou, segundo a Rádio ONU. Irina Bokova explicou que esta situação «pede uma inovação na forma de pensar e de cooperar para preservar os ecossistemas, assim como, para erradicar a pobreza e avançar nas questões de igualdade social».
Fátima Missionária
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