A reflexão é proposta pelo bispo indiano Joseph Kalathiparambil, bispo secretário do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes.
“A chegada de solicitantes de asilo ou refúgio em um país é apenas o início de um longo processo”, adverte o bispo, ressaltando que antes de tudo, devem ser providenciadas ajudas de primeira necessidade, no total respeito do ser humano. “As pessoas não podem ficar em acampamentos de refugiados ou em abrigos provisórios, porque todo ser humano precisa de um teto”.
Dom Kalathiparambil recorda as “três soluções duradouras” identificadas pela comunidade internacional: “a repatriação voluntária, a integração local e o deslocamento a um terceiro país”. Estas seriam as três formas mais promissoras para garantir um futuro aos que fogem.
“Com o passar do tempo - continua -, devem ser envolvidos todos os atores do desenvolvimento. O drama dos refugiados e pessoas erradicadas à força exige que as infra-estruturas sociais e econômicas sejam restauradas e reforçadas” – frisa, em artigo publicado no Osservatore Romano.
(CM)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/08/23/anne_frank,_albert_einstein_e_chopin:_eles_eram_refugiados/bra-721964
do site da Rádio Vaticano
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