Em Kampala, no Uganda, foram levantadas barreiras militares e policiais nos principais cruzamentos e nas proximidades dos edifícios do governo. Em Adis Abeba, Etiópia, o principal partido da oposição emitiu um comunicado a pedir a retirada do exército nacional da Somália. «Enquanto os nossos soldados permanecerem nesse território, o nosso país será um dos alvos privilegiados dos terroristas», justificaram os dirigentes do Medrek.
Depois de uma primeira campanha militar entre 2006 e 2009, as tropas etíopes voltaram a entrar no país vizinho em 2012, para apoiarem a ofensiva contra a Al Shabaab, especialmente na zona ocidental da Somália. Os rebeldes têm ameaçado reiteradamente a Etiópia, prometendo vingar «a invasão», mas até agora o país não sofreu qualquer ataque.
Fátima Missionária
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