Segundo os responsáveis da organização, que pretendem alertar para a importância de uma nova cultura da água e da gestão sustentável dos recursos hídricos mundiais, a falta de instalações sanitárias obriga 1,2 milhões de pessoas a satisfazerem as suas necessidades fisiológicas ao ar livre, próximo das zonas habitadas, o que pode causar doenças graves, como a diarreia.
Embora nos últimos 20 anos se tenha conseguido melhorar o acesso ao saneamento para 1,8 milhões de pessoas, o ritmo atual de desenvolvimento leva a crer que não serão alcançados os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, propostos pelas Nações Unidas, revelou Xavier Torras, diretor da fundação.
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