O prémio, que pretende incentivar à criação de obras que privilegiem valores humanos e espirituais, «é também uma forma de olhar adiante, acompanhando o que de mais recente se faz e, dentro disso, as abordagens que maior interesse despertam na 'geração do futuro'», explica a responsável, num artigo publicado no semanário Ecclesia.
Entre as várias secções do festival, está o programa «Pulsar do Mundo», constituído por filmes «que lidam com questões relevantes da atualidade mundial», e que este ano conta com uma obra de Inês Mendes Gil, membro do Grupo de Cinema do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, com o filme «Sangue na Guelra». A obra que resulta de «uma parceria entre a Universidade Lusófona e o Centro UNESCO, mostra a realidade complexa de uma escola na Reboleira».
Com o valor de mil euros, o Prémio Árvore da Vida, destina-se aos criadores portugueses de longas e curtas-metragens, incluídos na secção Competição Nacional, que se distingam pelos valores refletidos nos seus trabalhos. O galardão resulta de uma parceria entre o Secretariado Nacional das Comunicações Sociais e o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
Fátima Missionária
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