Perante esta segunda vaga de condenações, a Amnistia Internacional entende que é hora de «agir» e «exortar as autoridades egípcias a anularem a sentença em massa e solicitar novos julgamentos justos».
De acordo com os dados fornecidos pela organização de direitos humanos, ao mesmo tempo que se pronunciou sobre este caso, o juiz em causa reafirmou as sentenças de morte para 37 pessoas, no caso anterior, que envolve mais 528 egípcios. E impôs termos de prisão perpétua para os outros 491 indivíduos.
Fátima Missionária
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