A rede dos jesuítas Ajan revela que «para alguns, o Ébola é uma brincadeira», e para outros, «é um vírus transmitido pelos médicos e enfermeiros». É por isso que muitos tiram os seus parentes dos hospitais. «Algumas comunidades – explica o diretor da Ajan, - recusam-se a respeitar as precauções sugeridas por instituições e ONGs. Isto implica que todas as comunidades, inclusive a Igreja, têm o dever importante de informar a população sobre como evitar uma epidemia».
Para prevenir a difusão da epidemia, a Ajan está a atuar em três frentes: informação, formação e comunicação. Será distribuído material específico no território pelos jesuítas, paróquias e cáritas locais: cartazes e panfletos. Haverá também palestras informativas e formativas nos países em que se prevê que o Ébola possa chegar.
Fátima Missionária
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