Ban Ki-moon observou que a comunidade internacional tem diante de si um longo caminho se quiser deter a epidemia e ajudar os países mais atingidos a reconstruir as suas economias. O secretário-geral manifestou também apoio à missão da União africana Aseowa, comprometida na luta contra a epidemia ao lado da missão Onu Unmeer, que trabalha na África ocidental desde 19 de Setembro passado.
A Unmeer pediu maiores ajudas financeiras para a Aseowa, em favor da qual as Nações Unidas, a Ue e os bancos africano e islâmico para o desenvolvimento mobilizaram recursos.
Em seguida, Ban Ki-moon interveio em defesa dos agentes no campo da saúde que trabalham na África, definindo-os “pessoas excepcionais que se doam a si mesmas pela humanidade”.
Também o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, voltou a falar sobre o ebola, defendendo as linhas-guia da Administração de Washington para o controle das pessoas que estiveram expostas ao vírus. Obama pediu aos estadunidenses para não cederem ao medo, porque – disse – estão se verificando “progressos”. (SP)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/10/30/ban_ki-moon:_ebola,_resposta_global/bra-833759
do site da Rádio Vaticano
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