Ki-moon recordou, num discurso feito em Viena (Áustria), esta segunda-feira, 3 de novembro, que 27 por cento das pessoas traficadas são crianças. Já as mulheres, constituem até 60 por cento das vítimas do tráfico humano, uma proporção que chega a 75 por cento quando se trata de raparigas. O secretário-geral das Nações Unidas disse que estas são exploradas através do trabalho sexual, nos campos, na pesca e no turismo.
Segundo este responsável, as histórias individuais destas pessoas são «marcadas pela dor, sofrimento e desumanidade». Às vítimas deveria ser dada uma casa segura, apoio legal e tratamento para abuso físico e mental. Para Ban, tais apoios iriam resultar numa mensagem clara: «as pessoas não são propriedade, as crianças não são mercadorias e há solidariedade para com elas».
Fátima Missionária
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