MUNDO
Moçambique
Recrutas de quatro continentes aprendem caminhos da missão
Texto Diamantino Antunes | Foto Diamantino Antunes | 29/05/2012 | 17:00
Missionários recém-chegados a Moçambique são 30 e concentram-se no Centro do Guiúa, Inhambane, para participar num curso de inserção missionária. De quatro continentes: África, América, Europa e Ásia, querem aprender os usos e costumes do país
IMAGEM
As proveniências são diferentes, assim como as respetivas culturas, raças e idades. Entre os 25 e os 73 anos, são provenientes da Etiópia, Congo e Tanzânia; do Brasil, Argentina, Colômbia, México e Estados Unidos; de Portugal, da India, Indonésia e Vietname. Todos são chamados ao serviço de evangelização e servirão as dioceses de Moçambique seja como sacerdotes, irmãs ou leigas. Durante duas semanas, paricipam no 14º curso de inserção missionária, onde recebem formação sobre a cultura e religião tradicionais africanas, sobre a história da Igreja, história de Moçambique; sobre a situação da educação e da saúde moçambicanas.
Ao mesmo tempo, escutam testemunhos de outros missionários e de protagonistas anónimos da sociedade moçambicana, que transmitem as contradições da tradição e, sobretudo, a sabedoria de a aproveitar. Esta aprendizagem eleva e promove a capacidade de relativizar o que aprisiona e limita. As diferentes palestras estão abertas às inúmeras perguntas dos novos missionários e a todas se procura dar resposta, apontando caminhos.
O espírito que reina nestes grupos formativos é muito positivo. Os intervenientes partilham o entusiasmo e a apreensão de quem chega, pela primeira vez, a vontade de anunciar o evangelho e participar na promoção humana; partilham dúvidas e incertezas, e reforçam forças e convicções nas experiências que cada um traz consigo, fruto de outros caminhos trilhados. Cada grupo de missionários que chega é a imagem da Igreja atual. Igreja plural, cada vez mais globalizada, onde todos são chamados a anunciar uma mensagem de amor e de paz, na riqueza da diversidade.
Ao mesmo tempo, escutam testemunhos de outros missionários e de protagonistas anónimos da sociedade moçambicana, que transmitem as contradições da tradição e, sobretudo, a sabedoria de a aproveitar. Esta aprendizagem eleva e promove a capacidade de relativizar o que aprisiona e limita. As diferentes palestras estão abertas às inúmeras perguntas dos novos missionários e a todas se procura dar resposta, apontando caminhos.
O espírito que reina nestes grupos formativos é muito positivo. Os intervenientes partilham o entusiasmo e a apreensão de quem chega, pela primeira vez, a vontade de anunciar o evangelho e participar na promoção humana; partilham dúvidas e incertezas, e reforçam forças e convicções nas experiências que cada um traz consigo, fruto de outros caminhos trilhados. Cada grupo de missionários que chega é a imagem da Igreja atual. Igreja plural, cada vez mais globalizada, onde todos são chamados a anunciar uma mensagem de amor e de paz, na riqueza da diversidade.
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