MUNDO
Propagação do conflito pode trazer consequências para a região
Texto Francisco Pedro | Foto Lusa | 21/06/2012 | 15:30
Bento XVI pediu esta quinta-feira o fim da violência na Síria, alertando para o risco de um «conflito generalizado» que pode ter «consequências fortemente negativas para o país e para toda a região»
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«Que a nossa oração, nosso compromisso e nossa fraternidade ajudem os sírios a não perder a luz da esperança nestes momentos de obscuridade», afirmou o Sumo Pontífice esta quinta-feira, em Roma, Itália, na audiência com os participantes da Assembleia Anual da Reunião das Obras para Ajuda às Igrejas Orientais, onde estiveram presentes o Núncio Apostólico e o Presidente da Cáritas da Síria.
Solidário com «os grandes sofrimentos dos irmãos e irmãs da Síria, em particular dos pequenos inocentes e dos mais frágeis», o Papa formulou um desejo: «Que Deus conceda a sabedoria do coração aos que têm responsabilidades para que cessem todos os derramamentos de sangue e a violência, que trazem apenas dor e morte». Recorde-se que 7,5 por cento dos 20 milhões de habitantes da Síria são cristãos.
No encontro, Bento XVI pediu ainda à comunidade internacional que não se poupe a esforços para que a Síria saia da atual situação de violência e de crise, «que dura há bastante tempo e corre o risco de transformar-se num conflito generalizado, que teria consequências fortemente negativas para o país e para toda a região». Para as populações, o Papa reclamou toda a assistência humanitária essencial.
Solidário com «os grandes sofrimentos dos irmãos e irmãs da Síria, em particular dos pequenos inocentes e dos mais frágeis», o Papa formulou um desejo: «Que Deus conceda a sabedoria do coração aos que têm responsabilidades para que cessem todos os derramamentos de sangue e a violência, que trazem apenas dor e morte». Recorde-se que 7,5 por cento dos 20 milhões de habitantes da Síria são cristãos.
No encontro, Bento XVI pediu ainda à comunidade internacional que não se poupe a esforços para que a Síria saia da atual situação de violência e de crise, «que dura há bastante tempo e corre o risco de transformar-se num conflito generalizado, que teria consequências fortemente negativas para o país e para toda a região». Para as populações, o Papa reclamou toda a assistência humanitária essencial.
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