Equipe de comunicação atua em Palmas, sintonizada com os meios a serviço da Missão.
Cecília de Paiva2º Congresso Missionário Nacional, Aparecida, maio de 2008.
Esta denominação veio de forma espontânea, tratada a partir de 2008 pela coesão e afinidade de objetivos dos jornalistas e outros comunicadores da imprensa católica, credenciados para a cobertura do 2ª CMN. A obtenção de resultados concretos como grupo fez destacar trabalhos específicos de cobertura de grandes eventos, como o relato online dos eventos no instante em que se realizavam, o desempenho no gerenciamento das fontes, a organização de coletivas e o atendimento à imprensa laica, do veículo de pequena produção ao de grande circulação. Para julho, tal como em Aparecida, os comunicadores da imprensa missionária organizam-se para escutar e relatar a manifestação e a mensagem provenientes dos cerca de 600 discípulos missionários, nomeados para representarem a Igreja atuante no Brasil durante o Congresso.
Parte de...
Inseridos na exigência do imediatismo tão criticado por muitos, os componentes da equipe são pessoas que acompanham a vida da Igreja como profissionais e também por suas escolhas de fé. São parte da dinâmica em torno do evento: a dimensão missionária, na qual disponibilizam o coração e o domínio técnico da profissão que um dia abraçaram por opção.
Inseridos na exigência do imediatismo tão criticado por muitos, os componentes da equipe são pessoas que acompanham a vida da Igreja como profissionais e também por suas escolhas de fé. São parte da dinâmica em torno do evento: a dimensão missionária, na qual disponibilizam o coração e o domínio técnico da profissão que um dia abraçaram por opção.
No gerenciamento dos acontecimentos e das muitas fontes jornalísticas, o tempo da pressa midiática das novas tecnologias exige uma mensagem densa e curta, a qual possibilite a compreensão do todo em uma leitura rápida. Se a produção é curta, mas bem elaborada, ainda assim, consegue ser reproduzida como fonte para diferentes modalidades de meios, entre sites, blogs, impressos, boletins eletrônicos, redes internas e externas, emails, sistemas online de relacionamentos, formatos e sistemas de comunicação.
E como o profissional consegue passar do momento da correria para o da concentração para escrever uma boa narrativa? Há quem diga ser segredo de profissão, outros respondem ser fruto da experiência adquirida, do gostar do que se faz, de estar no lugar certo, com a pessoa certa, no momento exato. Mas, entre tudo isso, conta-se muito com o que se define previamente como grupo, em coesão a objetivos relacionados à metodologia adotada pelo próprio Congresso.
O grupo vai ciente de uma missão: fazer com que o maior número de pessoas acompanhe o desenrolar do evento. Quando chegarem os dias do Congresso, a cobertura jornalística será assegurada, com acompanhamento e transmissão de toda a movimentação relativa à metodologia utilizada, ou seja, o Dia do Caminho (At 8, 26-28), Dia do Encontro (At, 8 29-31), Dia da Partilha (At 8, 32-35) e Dia do Compromisso (At 8, 36-38). Preparações como essas em muito contribuem para que o fluxo das informações circule entre as comunidades, ainda que a mensagem percorra múltiplos caminhos até realizar a verdadeira comunicação a serviço da missão.
* Cecília de Paiva, jornalista, mestre em Comunicação, imprensa missionária COMIRE Oeste 1. Integra a Equipe de Assessoria de Comunicação do 3º CMN. Artigo publicado na revista Missões, N. 06 - jul/ago 2012.
Fonte: Revista Missões
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