Texto E. Assunção | Foto Lusa | 26/08/2012 | 08:35
Mais de 150 mil famílias e 450 mil crianças vivem nas ruas das principais cidades do Quénia, privadas de qualquer tipo de assistência sanitária. Nesta situação tornam-se particularmente vulneráveis à SIDA e à tuberculose
IMAGEM
Muitos não têm morada fixa, evitam o contacto com as estruturas sanitárias com medo de serem discriminados, presos ou maltratados e evitam dirigir-se a um hospital. Nestas condições, são pessoas que estão, particularmente, expostas e vulneráveis a infeções contagiosas, segundo o pessoal sanitário do Pumwani Hospital, de Nairobi.
A sua situação torna-se ainda mais grave com as condições de vida miseráveis a que estão sujeitas. Contribuem para tanto uma alimentação precária, o difícil acesso aos centros de assistência e a privação de tratamentos médicos. A lista da Organização Mundial de Saúde, que classifica os 22 países que registam a taxa mais elevada de contágios de tuberculose, coloca o Quénia em 15º lugar, a nível mundial, e o quinto país de África.
Quem vive na rua está exposto a abusos sexuais e à exploração, ao uso de estupefacientes, que acarretam o risco de contrair a SIDA. As entidades governamentais queixam-se que é difícil organizar programas de prevenção e tutela destas famílias devido à vida nómada que praticam, deslocando-se de um lugara para outro. Vivem reagrupadas em lugares estabelecidos e não é fácil contactá-las, mais difícil ainda é ajudá-las.
A sua situação torna-se ainda mais grave com as condições de vida miseráveis a que estão sujeitas. Contribuem para tanto uma alimentação precária, o difícil acesso aos centros de assistência e a privação de tratamentos médicos. A lista da Organização Mundial de Saúde, que classifica os 22 países que registam a taxa mais elevada de contágios de tuberculose, coloca o Quénia em 15º lugar, a nível mundial, e o quinto país de África.
Quem vive na rua está exposto a abusos sexuais e à exploração, ao uso de estupefacientes, que acarretam o risco de contrair a SIDA. As entidades governamentais queixam-se que é difícil organizar programas de prevenção e tutela destas famílias devido à vida nómada que praticam, deslocando-se de um lugara para outro. Vivem reagrupadas em lugares estabelecidos e não é fácil contactá-las, mais difícil ainda é ajudá-las.
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