Texto Miguel Marujo | Foto Lusa | 25/08/2012 | 08:45
A agência de refugiados das Nações Unidas para os refugiados manifestou o seu alarme pela situação de saúde que se verifica no Sudão do Sul. Mais de 100 mil refugiados vivem dispersos por dois estados
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“Com a chuva e o frio atuais, estamos a assistir a refugiados que sofrem de infeções do foro respiratório, diarreia e malária”, assinalou um porta-voz do gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Adrian Edwards.
Segundo a agência, existem 170 mil refugiados que vivem em acampamentos e abrigos nos estados de Unity e do Alto Nilo no Sudão do Sul. Muitos deixaram os estados sudaneses do Kordofan do Sul e do Nilo Azul depois de fugir de conflitos e da escassez de alimentos.
No Alto Nilo, quase metade dos refugiados têm menos de 11 anos. “Esta é uma proporção extraordinariamente grande em situações de emergência de refugiados, e este grupo está a sofrer mais”, identificou Edwards. “As mães – ou outras encarregadas – estão também muitas vezes doentes e fracas, e não podem cuidar delas apropriadamente.”
Segundo a agência, existem 170 mil refugiados que vivem em acampamentos e abrigos nos estados de Unity e do Alto Nilo no Sudão do Sul. Muitos deixaram os estados sudaneses do Kordofan do Sul e do Nilo Azul depois de fugir de conflitos e da escassez de alimentos.
No Alto Nilo, quase metade dos refugiados têm menos de 11 anos. “Esta é uma proporção extraordinariamente grande em situações de emergência de refugiados, e este grupo está a sofrer mais”, identificou Edwards. “As mães – ou outras encarregadas – estão também muitas vezes doentes e fracas, e não podem cuidar delas apropriadamente.”
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