Rogéria Araújo
Jornalista da Adital
Adital
Mesmo com o aceno positivo de tombar o prédio do antigo Museu do Índio, as etnias que vivem lá ainda correm o risco de serem expulsas. Há anos um intenso movimento pede o respeito pelos povos indígenas instalados no local no Rio de Janeiro e ameaçados de despejo pelas obras da Copa do Mundo 2014.
Amanhã, dia 2 de fevereiro, acontece mais uma manifestação em favor da preservação da aldeia. O ato está marcado para às 14h, na própria aldeia, e tem como lema "Aldeia Maracanã Resiste – Em defesa da cultura indígena”.
"Vamos nos juntar e mostrar ao mundo que a Aldeia Maracanã resiste! Queremos o maracá, os grafismos, as cosmologias, todos os saberes indígenas e não apenas o prédio. Queremos o projeto de nossa Universidade Indígena, a primeira do Brasil. Queremos a presença viva do indígena no coração da cidade do Rio de Janeiro. Aldeia Maracanã, avante!”, convoca o cartaz.
Antes de todo o processo envolvendo a decisão do governo, um abaixo-assinado chegou a reunir 10 mil assinaturas em favor dos indígenas. Nas redes sociais, as campanhas e adesões são frequentes.
Para confirmar presença ou demonstrar apoio à ação:
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