O Governo do Estado pretende atingir a marca de 39 mil unidades habitacionais contratadas dentro do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, até o fim deste ano. A declaração foi feita pelo titular da Secretaria das Cidades, Camilo Santana, durante o seminário "Programa Minha, Casa Minha Vida: Contexto e Desafios no Ceará", realizado ontem, na Caixa Econômica. "Temos uma meta ousada para os municípios acima de 50 mil habitantes e na Região Metropolitana de Fortaleza, que é contratar e construir pouco mais de 39 mil unidades, nos 41 municípios do Estado do Ceará. Queremos não só concentrar em Fortaleza, porque anteriormente a maior parte das contratações foram na Capital, em Maracanaú, Caucaia, Maranguape e, apenas Sobral e Juazeiro do Norte, construíram no Interior", disse. Já a expectativa da Caixa- uma das instituições parceiras do programa - , é de construir 16 mil unidades, segundo o superintendente, Ricardo Walraven.
Entretanto, um dos problemas enfrentados na execução do programa no Ceará é a falta de preparação para a grande demanda. "Os cartórios, os órgãos da prefeitura com liberação de licenças ambientais, tudo isso tem que ser estruturado para dar vazão a essa quantidade enorme de obras", afirma o vice-presidente do Sindicato da Indústria e da Construção Civil do Ceará (Sinduscon), André Montenegro. O valor dos terrenos também é um problema enfrentado pela construção civil.
Para isso, de acordo com o secretário, o Estado está determinado a articular com mais firmeza para a aceleração do processo, principalmente no que diz respeito ao aporte de recursos.
Diário do Nordeste
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