Segundo a responsável, há muitas famílias em que ambos os cônjuges estão desempregados, o que tem «um efeito negativo na disponibilidade que os pais têm para as suas crianças». Neste sentido, a UNICEF advoga como fundamental uma análise prévia e cuidada às medidas de austeridade, pelas consequências que podem ter na vida dos menores, a médio e a longo prazo.
Apesar das dificuldades econômicas que o país enfrenta, os portugueses continuam a ajudar a UNICEF. «São generosos e contribuem. O que acontece é que estão a atravessar uma fase difícil e é natural que as contribuições tenham vindo a diminuir». No entanto, há doadores a continuar a ajudar, não só esta organização internacional, mas também outras causas, pois «há muitos anos que o fazem e querem continuar a fazê-lo», referiu Madalena Marçal Grilo.
Fátima Missionária
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