Ele também afirmou que seu governo enviará os documentos necessários às Nações Unidas para que seja assinado um acordo de controle das armas químicas e para que Damasco peça adesão à Convenção sobre não-proliferação de Armas Químicas.
O presidente sírio explicou que Damasco primeiramente aderirá à convenção e, cerca de um mês mais tarde, divulgará informações sobre seu arsenal à comunidade internacional. Assad defendeu, no entanto, que o aniquilamento do arsenal químico em seu país não deve ser unilateral.
O chefe de Estado sírio também afirmou que aceita submeter seu arsenal químico a controles internacionais, mas que a decisão não foi tomada devido às ameaças de intervenção militar dos Estados Unidos. A proposta da Rússia sobre colocar o arsenal sírio sob controle internacional foi apresentada nessa semana, em meio a discussões sobre uma intervenção militar na Síria, onde há suspeitas do uso de armas químicas nos confrontos entre rebeldes e forças de Assad.
Assad ainda levantou a possibilidade de que os rebeldes ataquem Israel com armas químicas apenas por "provocação". (SP-ANSA)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/09/13/s%C3%ADria:_fala_o_presidente_assad/bra-728232
do site da Rádio Vaticano
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