Em mensagem, o chefe da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que os países precisam de leis nacionais mais fortes para combater formas modernas de escravidão.
Cálculos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sugerem que o problema atinja 21 milhões de pessoas em todo o mundo.
Ban afirmou ainda que as empresas precisam garantir que suas atividades não levem a formas de escravidão. Ele citou ainda o trabalho do Fundo Voluntário das Nações Unidas sobre Formas Contemporâneas de Escravidão. Há mais de 20 anos, a iniciativa presta auxílio à restauração dos direitos humanos e da dignidade de vítimas.
O presidente da Assembleia Geral, John Ashe, disse que a escravidão foi e continua sendo talvez a maior tragédia humana da história. Ashe lembrou que mesmo abolida, a prática deixou cicatrizes emocionais.
Pela resolução da Assembleia Geral, os países-membros foram instados a erradicar todas as formas de escravidão, além de impulsionar iniciativas de promoção da inclusão social e pelo fim da discriminação. (MJ/Rádio ONU)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/12/02/oit_diz_que_mundo_tem_21_milh%C3%B5es_de_v%C3%ADtimas_da_escravid%C3%A3o_moderna/bra-752047
do site da Rádio Vaticano
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