Um comunicado assinado por Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler da Academia Pontifícia das Ciências, em nome do Papa, mostra que atualmente cerca de «30 milhões de pessoas estão condenadas à desumanização e degradação, vítimas de exploração física, econômica e sexual».
A «Rede Global de Liberdade» pretende assim combater a «indiferença» perante esta problemática e incentivar «comunidades religiosas, governos e pessoas em geral à ação». «Apesar de todas as diligências já efetuadas, a nível internacional, a escravatura moderna e o tráfico humano continuam em expansão», frisam os promotores do projeto.
De acordo com a sala de imprensa da Santa Sé, em 2014, a «Rede Global de Liberdade» será reforçada através de um esforço conjunto das comunidades religiosas, do meio empresarial, e do mundo da política, de modo a combater o tráfico e a escravatura humana. A ideia é começar a criar condições, ao nível dos países, para a fundação de um «Fundo Global contra a Escravatura», principalmente com o contributo das 20 nações mais ricas do mundo, aponta a agência Ecclesia.
Fátima Missionária
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