«Os mosteiros fazem parte de um carisma, mas tendo autonomia, normalmente, acabam sendo unidades muito independentes. E isso tem abafado uma vida mais tranquila, mais profunda. Temos que repensar um pouco como preservar essa autonomia, porém, de forma integrada. E como viver a clausura papal, porém, sem o isolamento», explicou o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, cardeal João Braz de Aviz, esta quarta-feira, 4 de março, em Fátima.
O documento, com 31 pontos, foi aprovado a 1 de maio de 1999 pelo Papa João Paulo II. Os pontos 14 - que estabelecem as normas sobre a clausura papal das monjas – e 25 – que regulam a autonomia dos mosteiros – serão os principais visados na revisão em curso. A clausura reservada às monjas de vida exclusivamente contemplativa diz-se papal, porque as normas que a regem devem ser sancionadas pela Santa Sé, mesmo quando se trate de normas a serem estabelecidas nas constituições e nos outros códigos dos institutos.
Fátima Missionária
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