Na sua primeira mensagem para a JMJ, Francisco, depois dos grandes e intensos momentos vividos no Rio de Janeiro com a “Jornada carioca”, que ficou esculpida na mente e nos corações dos jovens do mundo inteiro, continua, se assim podemos dizer, o seu colóquio, a sua conversa com os jovens: o Santo Padre recorda, antes de tudo, que o próprio Jesus mostrou o caminho a seguir, encarnando as Bem-aventuranças em toda a sua vida: viver as Bem-aventuranças hoje é para os jovens um verdadeiro e próprio desafio.
O Papa exorta os jovens a rejeitarem toda oferta de felicidade “a baixo preço”, a encontrar a “coragem da felicidade” autêntica que só Deus pode dar. Francisco explica então aos jovens o que significa ser pobre em espírito, entrando no coração do tema desta Jornada Mundial da Juventude. O próprio Jesus escolheu uma via de despojamento e de pobreza e o Papa dirige aos jovens o forte convite a imitá-lo, indicando-lhes o exemplo de São Francisco de Assis. Os jovens são, portanto, chamados à conversão, a abraçar um estilo de vida marcado pela sobriedade, pela busca do essencial e pela sobriedade concreta em relação aos pobres.
O Santo Padre ressalta ainda a ligação profunda entre o tema da JMJ do Rio – “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28,19) – e a Bem-aventurança dos pobres em espírito. De fato a pobreza evangélica é condição essencial para que o Reino de Deus se estenda: muitas vezes brota dos corações mais simples a alegria autêntica que é o próprio motor da evangelização.
O Papa recorda enfim o trigésimo aniversário da entrega aos jovens da Cruz do Jubileu da Redenção. “Foi precisamente a partir daquele ato simbólico de João Paulo II que teve início a grande peregrinação juvenil que, desde então, continua a atravessar os cinco continentes”; e Francisco anunciou que após a sua canonização, João Paulo II será o grande patrono das Jornadas Mundiais da Juventude.
As Jornadas são “um grande sinal de esperança, um grande dom, um estimulante para a criatividade e imaginação missionárias”: palavras do Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, que nesta semana abriu, nas proximidades de Roma, o encontro internacional sobre as Jornadas Mundiais da Juventude Rio 2013 e Cracóvia 2016, que se encerra neste domingo, dia 13. As Jornadas Mundiais da Juventude se tornaram parte integrante da pastoral da juventude no mundo e deve ser entendida a importância do projeto pastoral que elas trazem para a Igreja, disse ainda o purpurado.
Falando da JMJ no Rio de Janeiro, o Cardeal Rylko a definiu como “revolucionária, capaz de um impulso missionário de força extraordinária para toda a Igreja e para as gerações jovens”. “Uma gigantesca semeadura da Palavra de Deus, em especial nos corações dos jovens”. Agora, esta grande aventura da fé continua rumo a Cracóvia 2016, onde a JMJ voltará depois de 25 anos da experiência extraordinária de Czestochowa em 1991.
A JMJ deste domingo precede um evento histórico e de importância singular para a Igreja, a canonização de dois Papas, João XXIII e João Paulo II. E certamente os jovens, que viveram os eventos das Jornadas Mundiais já projetam o seu olhar para Cracóvia.
Em 2016, em Cracóvia, "João Paulo II voltará entre seus jovens como o Santo Patrono, amigo do céu em que se pode confiar".
O Papa Francisco, como todos pudemos notar e sentir desde a sua eleição à Cátedra de Pedro, confia muito nos jovens e não perde a oportunidade para convidá-los a terem esperança, a serem corajosos. Corajosos em seguir Cristo, em responder ao seu chamado, a viver a sua verdadeira juventude, ir contracorrente, ser jovem cheio de utopias e desejos. Francisco encoraja os jovens a desejarem coisas grandes, a ampliarem seus corações; a terem a coragem da verdadeira felicidade! Dizer não à cultura do provisório, da superficialidade e do descartável. O Papa encoraja os jovens a serem felizes e a contagiarem o mundo com a sua alegria. (Silvonei José)
O Papa exorta os jovens a rejeitarem toda oferta de felicidade “a baixo preço”, a encontrar a “coragem da felicidade” autêntica que só Deus pode dar. Francisco explica então aos jovens o que significa ser pobre em espírito, entrando no coração do tema desta Jornada Mundial da Juventude. O próprio Jesus escolheu uma via de despojamento e de pobreza e o Papa dirige aos jovens o forte convite a imitá-lo, indicando-lhes o exemplo de São Francisco de Assis. Os jovens são, portanto, chamados à conversão, a abraçar um estilo de vida marcado pela sobriedade, pela busca do essencial e pela sobriedade concreta em relação aos pobres.
O Santo Padre ressalta ainda a ligação profunda entre o tema da JMJ do Rio – “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28,19) – e a Bem-aventurança dos pobres em espírito. De fato a pobreza evangélica é condição essencial para que o Reino de Deus se estenda: muitas vezes brota dos corações mais simples a alegria autêntica que é o próprio motor da evangelização.
O Papa recorda enfim o trigésimo aniversário da entrega aos jovens da Cruz do Jubileu da Redenção. “Foi precisamente a partir daquele ato simbólico de João Paulo II que teve início a grande peregrinação juvenil que, desde então, continua a atravessar os cinco continentes”; e Francisco anunciou que após a sua canonização, João Paulo II será o grande patrono das Jornadas Mundiais da Juventude.
As Jornadas são “um grande sinal de esperança, um grande dom, um estimulante para a criatividade e imaginação missionárias”: palavras do Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, que nesta semana abriu, nas proximidades de Roma, o encontro internacional sobre as Jornadas Mundiais da Juventude Rio 2013 e Cracóvia 2016, que se encerra neste domingo, dia 13. As Jornadas Mundiais da Juventude se tornaram parte integrante da pastoral da juventude no mundo e deve ser entendida a importância do projeto pastoral que elas trazem para a Igreja, disse ainda o purpurado.
Falando da JMJ no Rio de Janeiro, o Cardeal Rylko a definiu como “revolucionária, capaz de um impulso missionário de força extraordinária para toda a Igreja e para as gerações jovens”. “Uma gigantesca semeadura da Palavra de Deus, em especial nos corações dos jovens”. Agora, esta grande aventura da fé continua rumo a Cracóvia 2016, onde a JMJ voltará depois de 25 anos da experiência extraordinária de Czestochowa em 1991.
A JMJ deste domingo precede um evento histórico e de importância singular para a Igreja, a canonização de dois Papas, João XXIII e João Paulo II. E certamente os jovens, que viveram os eventos das Jornadas Mundiais já projetam o seu olhar para Cracóvia.
Em 2016, em Cracóvia, "João Paulo II voltará entre seus jovens como o Santo Patrono, amigo do céu em que se pode confiar".
O Papa Francisco, como todos pudemos notar e sentir desde a sua eleição à Cátedra de Pedro, confia muito nos jovens e não perde a oportunidade para convidá-los a terem esperança, a serem corajosos. Corajosos em seguir Cristo, em responder ao seu chamado, a viver a sua verdadeira juventude, ir contracorrente, ser jovem cheio de utopias e desejos. Francisco encoraja os jovens a desejarem coisas grandes, a ampliarem seus corações; a terem a coragem da verdadeira felicidade! Dizer não à cultura do provisório, da superficialidade e do descartável. O Papa encoraja os jovens a serem felizes e a contagiarem o mundo com a sua alegria. (Silvonei José)
Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/04/12/editorial:_contagiar_o_mundo_com_a_alegria/bra-790236
do site da Rádio Vaticano
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