Quando chegou à cidade de El Aaiún, a comitiva foi retida pelas forças de segurança e obrigada a apanhar um avião para Las Palmas, na Gran Canária. A intenção dos especialistas era permanecer quatro dias no deserto, para entrevistar os locais, as autoridades marroquinas e os elementos da MINURSO que trabalham no terreno.
«As organizações independentes andam há anos a reclamar que a missão assuma competências na vigilância dos direitos humanos, apesar da oposição das autoridades de Marrocos. O ano passado, os Estados Unidos da América apoiaram essa medida, que foi recusada pela França, Rússia e Espanha», recorda Nuria Díaz, da Comissão Espanhola de Ajuda aos Refugiados (CEAR).
Fátima Missionária
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