«Com estes resultados, passamos do limite da irreversibilidade, afetando não só os setores industriais, mas também os modos de vida locais, que dependem, de maneira direta, da biodiversidade, gerando perdas no médio e longo prazos em aspetos sociais, produtivos e da biofísica da região», alerta Lorena Franco, uma das autoras da investigação.
A ministra de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia, Luz Helena Sarmiento, também considera que, apesar da imensa riqueza que possui o país, as perdas ambientais não são pequenas. «O custo do progresso é alto, em especial a perda da biodiversidade e dos serviços que dela derivam», sublinha a governante.
Fátima Missiionária
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