Agora, a gravidade da situação obrigou o executivo a admitir o erro: «Como seres humanos todos podemos cometer erros e normalmente os erros recaem sobre ambas as partes», afirmou o ministro da presidência, Soe Thein, numa conferência de imprensa convocada para pedir ajuda a 24 organizações não governamentais, em particular aos MSF.
A organização humanitária está em Mianmar há 22 anos, mas em fevereiro, teve que retirar o seu pessoal de Rakhine, após uma onda de violência anti-muçulmana. Os médicos foram acusados pelos nacionalistas budistas de apoiarem os Rohingya, que não são reconhecidos como birmaneses.
Fátima Missionária
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